segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Erros do anarquismo


Lembra da definição do limite na sala de matemática? (Clique no CC para ver as legendas).  Suponhamos que você tenha uma função tipo f(a)=1/(1+exp(-a))

No caso de substituição de partidos políticos, o limite inferior deixa de ser zero tão logo o partido consiga o seu primeiro voto. Nunca mais a sua participação no mercado dos votos poderá ser zero, desde que cresça com o tempo. E tirando as ditaduras totalitárias do altruísmo, e a época em que os mortos ainda votavam nas urnas, nenhum partido ganhara todos os votos. Essa curva logística pode chegar perto do nada ou perto do todo, mas nunca atinge nenhum desses limites. Depois de absorver a metade dos votos, a taxa diminui. Enquanto os governos podem agredir, a liberdade de votar ou não impõe um limite ao tamanho da maioria. Esse tipo de curva mostra a substituição das monarquias ou outras ditaduras pela democracia, ou da substituição do carvão por combustíveis nucleares.

Tirar limite não é o mesmo que dividir por zero. Dividir por zero não é a conclusão lógica e íntegra do processo de achar o limite de uma função--exceto na religião anarquista. Antes de mais nada, vamos ver o que é esse anarquismo. Folheando os jornais do passado, consta que todo anarquista fora um comunista um segundo antes de atirar uma bomba ou disparar tiros na multidão na tentativa de assassinar algum figurão. Nesse ato ocorre uma transformação e o resultado é julgado e enforcado--ou apodrece numa prisão. Tem gente que acha isso inteligente, mas nenhum deles é libertário



Todo membro de partido libertário--seja nos EUA, Canadá, Espanha, Portugal--qualquer país civilizado o suficiente para reconhecer que a liberdade é diferente da coação--assina um termo de compromisso contra a agressão

Eu me recuso a lançar mão da coação e jamais recomendaria a agressão com intuito político ou social.

Compare isso com os relatos nos jornais sobre os atos praticados pelos anarquistas e salta aos olhos que em nenhuma hipótese um anarquista seria libertário. Na matemática a gente não divide por zero justamente porque com esse erro chega-se à conclusão de que 2=1, e equívocos afins. Mas para quem olha e entende os registros de fatos históricos, nada é mais claro do que a equivalência entre o comunismo e o anarquismo. A diferença, se existe alguma, é de grau e não do tipo da coisa. São duas versões semelhantes do socialismo.

Por que, então, um anarquista infiltraria o partido libertário? Sabotagem, puro e simples. A cleptocracia altruísta se divide em duas hostes. A hoste láica é a que os obscurantistas, sem mentir, chamam de comunista, e na hoste religiosa os comunistas com toda sinceridade vêem o fascismo. Ambas as hostes dependem da desonestidade e agressão, e a pior coisa que conseguem imaginar é alguma ideologia ética que menospreza a agressão mal-disfarçada da qual suas metades da cleptocracia tanto dependem. Tal coisa poderia substituir a agressão pela liberdade. Há mistério nisso? Veja a situação atual do partido libertário, que nos EUA já atingiu 3,28% do voto.

O partido que mais cresce, com 4 milhões de eleitores
A atual situação de crise econômica, desemprego e assaltos resultou de pouquíssimos votos comunistas-socialistas e fascistas. O IR e a proibição até da cerveja nos EUA resultaram, em média, de 2% dos votos. Acontece que na concorrência acirrada entre as duas gangues da cleptocracia pelos cargos, a diferença entre quem mete a mão no cofre e quem vai pro olho da rua costuma ser algo como 2% dos votos--isso por os dois serem quase iguais. Esse mecanismo dos votos de sangria está desfazendo os erros do socialismo comuno-fascista importados pelo governo dos EUA desde o final da Guerra da Secessão, agora com bem mais de 3% do voto. 

Para melhor entender as origens e o mecanismo da Lei Seca procure A Lei Seca e o Crash no Amazon, na versão Kindle--APP que funciona até no celular.

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Credulidade partidária

Veja o original nos arquivos do Google News
É raro um recorte condensar tanta informação como essa--sobretudo na véspera das eleições presidenciais. No topo, nas eleições do congresso alemão de 31 de Julho, o Partido Trabalhista Nacional Socialista (sim, nazista) derrotou feio os outros onze partidos igualmente saqueadores, supersticiosos, altruístas, coletivistas e mentirosos. Nem se cogitava permitir formar um partido individualista dedicado à defesa dos direitos da pessoa humana. Quem elevou os nazistas ao sucesso foram os republicanos, sobretudo o Presidente Hoover, que em 1931 desobrigou a Alemanha da dívida de restituição pelos crimes de agressão e guerra cometidos contra países vizinhos na Europa. 

A procuradora Mabel Walker Willebrandt, nomeada ao cargo em 1923 pelo malandrão e mulherengo presidente Warren Harding, apoiou a candidatura do Hoover. Antes disso a Willbrandt convenceu o Supremo a enfraquecer as emendas da Carta de Direitos em conflito com o IRPF do manifesto de Marx e a Lei Seca do fanatismo metodista e comuno-populista. 

Essa reforma da sentença do tribunal de segunda instância expôs não apenas os destiladores americanos de cachaça de glucose.  Colocou em risco as filiais americanas das grandes pessoas jurídicas alemãs capazes de refinar entorpecentes e sintetizar estimulantes que antes só se produziam nas cordilheiras andinas e na Indonésia holandesa. O volume das transações nas bolsas alemãs explodiu com preços em liquidação durante os argumentos no Supremo disputando a incidência do IR sobre renda ilícita.  



O que significaria prisão para os quadrilheiros dos Al Capones da vida, significava prejuízo para empresas estrangeiras produtoras de coisas igualmente ilícitas. A bolsa alemã quebrou no mesmo dia da sentença, e com a crise que resultou, o partido nazista arrebanhava eleitores. Quatro dias antes da sentença de 16 de maio, as cotações nas bolsas alemãs despencaram. 



A procuradora Mabel foi uma das mulheres que participou da campanha de eleição do Herbert Hoover em 1928. Contra a re-eleição do mesmo Hoover 4 anos depois, a Pauline Sabin liderou a revolta das mulheres.



No trecho acima, do discurso do candidato Roosevelt, ele agradece aos liberais, partido cujo programa pela abolição da lei seca os democratas copiaram em 1932, como também agradeceu a republicanas como Pauline Sabin, que desgarraram do partido republicano para salvar o país. Foram as mulheres que empunharam a proposta liberal e com ela derrubaram a lei seca


E finalmente, no mesmo recorte, o próprio Hoover declara ali ser uma ficção fantástica que o partido republicano seria responsável pelas atuais condições econômicas! Hoje os republicanos ainda acreditam piamente nessa e noutras mentiras. Leia A Lei Seca e O Crash para entender como esse recorte sintetiza nitidamente toda a estória de como o fanatismo armado derrubou a economia. Formato Kindle do Amazon; até com celular você dá um jeito. 






Agora com blog americano...

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Manifestos Assassinos 1


Otário da cleptocracia entrincheirada
Um manifesto, que parece ter sido postado por Patrick Crusius, o atirador amok de El Paso no Texas, diz que ele agia em defesa do meio ambiente, entre outras coisas. No prolegômeno, SOBRE MIM, ele se revela altruísta vidrado em coletivismo racial: "Meus motivos para este ataque não são nada pessoais." Confessa ainda que "Estou simplesmente defendendo o meu país da substituição cultural e étnica provocada por uma invasão." 

São as convicções ideológicas manifestadas pelo Presidente Theodore Roosevelt na sua carta de 1903 contra a ameaça do "Suicídio Racial" (controle da natalidade praticado por mulheres). Roosevelt pessoalmente disparou vários tiros contra hispânicos em Cuba em 1898, como revela no livro. A exemplo do atual presidente republicano, este atirador amok fala da "invasão hispânica", e os políticos da metade Democrata da cleptocracia saqueadora não cansam de chamar atenção a isso. Sobre as declarações ecológicas do mesmo matador nada dizem.


Na rubrica MOTIVOS POLÍTICOS, o assassino pontifica que "O estilo de vida americano oferece aos nossos cidadãos incrível qualidade de vida. Porém, o nosso modo de ser anda destruindo o meio ambiente do nosso país."  A Verdade Inconveniente, título desse manifesto, o atirador copiou do Al Gore, político milionário cujo partido faz de tudo para que o governo americano proíba a energia elétrica como se fosse folha de planta lúdica. O violento reclama "dos DOIS" partidos, Democrata E Republicano, pela traição do povo, pelo entreguismo às grandes empresas pessoa jurídica. Fala do apodrecimento interno do país com veemência à altura de qualquer comentarista de internet brasileiro de igual idade e condição de energúmeno.  E nisso revela o importante, o ignorante asseverando que:
"...os meios pacíficos para interromper essa decadência aparentam ser quase impossíveis."
O garoto não entende que a cleptocracia dividida entre as facções republicana e democrata, por serem parasitas desalmados, ficou suscetível aos votos de sangria (spoiler votes) de pequenos partidos. Estes votos os comunistas usaram para injetar o IRPF e os proibicionistas usaram para injetar a criminalização da cerveja e folhas de plantas na Constituição e jurisprudência do governo americano. Nenhum destes bandos de fanáticos conseguiu em média mais de 2% do voto. Mas o fato de as duas facções da cleptocracia parasitária se separarem, em média, por mais ou menos essa margem na votação pelos cargos no governo significa que entre 1868 e 1968 quem determinava os programas da cleptocracia, logo, as leis, eram pequenos e violentos partidos de fanáticos religiosos e comunistas--como na Europa.

O assassino reclama da morte da (minha) geração que nasceu na era atômica (baby boomers). Pela lógica das premissas falsas conclui que os Democratas (mediante importação e muçulmanos e católicos primitivos) se tornariam o Partido Trabalhista Nacionalsocialista dono de toda a política do país--o inverso da iminente ditadura nazifascista republicana que eu temia aos 21 anos. Nos dois casos o temor nasceu da ignorançia. Isso por dois motivos.

Um pequeno partido dedicado ao coletivismo racial branco do ku-klux klã, o partido independente americano de George Wallace, conquistou os votos de cinco estados da antiga confederação escravagista--os mesmos que queimavam os discos dos Beatles como os nazistas 20 anos antes queimavam livros--em 1968. O Nixon por pouco não perdeu, e seu partido republicano, como fez em 1928, tratou de absorver as propostas anti-moreninhos e anti-estrangeiros daquela seita mascarada dos crucifixos ardentes.

Para prevenir repeteco, deu-se um jeito de usar a lei do IR para subsidiar os partidos da cleptocracia entrincheirada, e ainda crivar o Wallace (e de lambugem o MLK e Bobby Kennedy) de balas para não oferecer mais oposição ao Nixon. O subsidio de Nixon aos partidos saqueadores significou abafar o partido libertário que nasceu em 1971, no mês em que Nixon assinou os subsídios midiáticos criando o horário eleitoral 24 horas por dia. Este é o mecanismo pelo qual o 4º poder foi ingerido como se por uma sucuri--lá e no Brasil.

O segundo é o fato de que nas guerras a energia elétrica faz uma grande diferença, são só pelos radares como também para potencializar a indústria bélica. A União Soviética apodreceu, mas seus programas de propaganda anti-energia injetados nos EUA sobrevivem. Os Democratas perdem nas eleições por causa desta religião soviética apocalíptica de que o mundo irá fritar se os mercantilistas não pararem de gerar energia. Nada a ver com hackers russos. Os proibicionistas que odeiam o comunismo pelo mesmo motivo que o ku-klux-klã odiava os Beatles, ganham (e os democratas perdem) por causa dessa teimosia supersticiosa anti-energia que se arraigou naquele partido.

Voltei aos EUA em 1974, como o irmão do Henfil voltou para o Brasil, mas não consegui descobrir a existência do Partido Libertário antes de 1980. Descobri seguindo um ativista na faculdade que fazia lavagem cerebral anti-energia--eu comparecendo como defensor da geração de energia elétrica. Ali descobri o partido político da paz que desde 1972 vinha melhorando a situação americana SEM meios violentos. Esse partido Libertário--que Patrick o atirador evidentemente desconhece--usa pacíficos votos de terceira opção que obrigam a cleptocracia a abolir suas leis mais nocivas--não é mencionado na mídia comprada. Cada membro declara:
Eu sou contra iniciar a agressão com intuito político ou social. (I certify that I oppose the initiation of force to achieve political or social goals.)

Continua...



Enquanto aguardamos o próximo fascículo, aproveite para comprar A Lei Seca e O Crash, que explica como o proibicionismo, sobretudo dos republicanos, arrasa a economia de qualquer país. Em formato Kindle da Amazon, até com celular você dá um jeito.


segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Confisco de armas


New York Times, 9 de novembro de 1938, relatando notícias do dia anterior. 


Na mesma hora o Chefe de Polícia de Berlin, o Conde Wolf Heinrich von Helldorf, divulgou que em função da atividade policial das últimas semanas, toda a população judaica de Berlin havia sido "desarmada" mediante o confisco de 2.569 armas curtas, 1.702 armas de fogo e 20.000 balas de munição.

Logo em seguida os alemães (soi disant altruístas e cristãos) começaram com o apresamento e extermínio dos judeus (tidos como egoístas e sem crucifixo). Essa lição da história é esquecida sempre que um analfabeto daquela mesma estirpe entra no meio de bobos desarmados e começa a fuzilar transeuntes ou congregantes de outra superstição.

Um dos primeiros desses ocorreu na cidade de Killeen, no Texas. Lá um cidadão de poucas letras teve desavença com os fiscais da burocracia de construção, que botaram defeito nuns consertos que fez na cerca. Faltam detalhes, pois a história só apareceu no jornal da cidade e nenhum outro. Mas dá para entender que o sujeito ficou uma arara. Como assim? Carregou duas pistolas e foi de picape até o restaurante Luby's perto da prefeitura, onde os burocratas costumam almoçar. Bateu com a camioneta na vitrine panorâmica e entrou disparando em 16 de outubro de 1991. 

Lá dentro uma médica e dona de pistola americana, Suzanna Hupp, almoçava sem arma. O aviso na porta dizia para não entrar ali armado, e ela deixou a sua pistola no porta-luvas, e ela acabou se escondendo atrás de uma mesa. Seus pais foram mortos. Sem a interferência de uma concorrente treinada, o frustrado matou duas dúzias--até hoje não se sabe quantos teriam sido burocratas municipais. 

Um libertário na época comentou o quanto foi cômodo para o assassino contar com o povo previamente desarmado ali dentro. Centenas de comunistas irados escreveram para o jornal, copiando a mesma carta mimeografada profetizando que se houvesse resistência, morreriam todos em fogo cruzado. Suzanna foi re-eleita deputada estadual em defesa do porte de armas várias vezes.

Agora outro místico vidrado em oferecer a agressão que 96% dos eleitores e políticos defendem matou número igual num enorme WalMart. Quem carregava trabuco saiu correndo pra longe do louco, pois aquilo ali não era um pequeno restaurante e havia como fugir. Os socialistas agora largaram a profecia do fogo cruzado. Insistem que só os Gestapo e KGB socialistas podem ter armas, e dane-se a segunda emenda que proíbe proibir as armas do povo. Afinal, se direito individual valesse alguma coisa os texanos armados se atirariam com pistolas em cima da espingarda semiautomática do fanático--dizem eles. 


Esse filho de conselheiro altruísta de saúde mental postou um manifesto criticando o partido democrata pela importação de estrangeiros, e até mesmo as grandes empresas por serem pró-imigrante. O manifesto, dizem o New York Times e o Guardian inglês, é inspirado pelas falas to Trump, que por sua vez só repete o que está no programa republicano--que recomenda a agressão violenta por causa de folhas de planta e outras superstições. Acontece que no manifesto (dizem, pois ainda não vi) o cara se revela econazista de galocha. Reclama do uso de papel, plásticos, e ainda insiste que reduzindo o número de gente viva haverá menos peso na ecologia. Isso parece mais Beto do que Trump.

Esse mesmo produto do altruísmo cita (diz a mídia saqueadora) seu correligionário que matou muçulmanos desarmados em Christchurch na Nova Zelândia. Observe que todos esses fanáticos são místicos, altruístas e coletivistas que acreditam piamente em iniciar a coação por motivos políticos e sociais. São o contrário dos libertários que assinam o termo da não agressão formulado pela filósofa Ayn Rand em 1947: 


"Para uma definição prática, se os homens simplesmente concordarem que nenhum homem ou número de pessoas possui o direito de iniciar o uso da força contra algum ser humano (e isto inclui o confisco de seus bens) – que eles não têm esse direito para qualquer que seja a finalidade, não importando a ocasião – seria tudo o que necessitamos, pois isto atingiria uma perfeita utopia na terra, e incluiria toda a moral e ética que necessitamos.”

Quem quer entrar como membro do partido libertário assina termo semelhante que diz: 
Eu sou contra iniciar a agressão com intuito político ou social. (I certify that I oppose the initiation of force to achieve political or social goals.)
Todos esses assassinos místicos, e os políticos e otários dos partidos saqueadores que inspiraram--dando exemplos--esse comportamento parasitário e nocivo são a mesma coisa. Podem fingir e dissimular, declarando-se chocados, mas essas versões modernas das guerras santas e dos assassínios altruístas são os vestígios da Idade das Trevas que esses partidos defendem--subsidiados com dinheiro arrancado de quem trabalha. 

Observe que da boca deles o culpado é a Carta de Direitos da Constituição (segunda emenda) a internet (comunicação), videogames (coding), ou outros místicos da igreja errada!


Original no Sinfest.net
Lembra muito um filme em que só o governo altruísta e cristão possuía armas. O nome do filme é A Lista de Schindler

Para entender as causas do crash e da depressão--e como o presidente americano altruísta ajudou o nacionalsocialismo alemão ao poder--procure A Lei Seca e O Crash no formato Kindle do Amazon. Até com celular você dá um jeito. 

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sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Superstição exportada

Igualdade booooa, liberdade ruiiiim!
A China não-exatamente-comunista instalou a maior planta solar do mundo. Instalou também o maior triturador de pássaros, que de vez em quando gera pífios lampejos de energia. 


São essas as tecnologias utilizadas na Santíssima Apostólica Ilha de Porto Rico para gerar destroços, lixo, poluição, pássaro morto e lucro para trogloditadura escravagista. Com isso sobraram motivos para pôr no olho da rua o governador supersticioso que encomendou essas besteiras achando que fossem à prova de tempestades

Mark Twain evidentemente tem leitores na República Popular, pois comentou: 


Permitam que eu faça as superstições de uma nação e pouco me importa quem faz as suas leis ou compõe suas músicas. 

E funciona bem assim. Superstições e ditaduras comuno-fascistas não misturam bem com a energia nuclear. Afinal, ela foi desenvolvida para fritar a Alemanha Nacionalsocialista. Esta só escapou por se render antes de o explosivo ficar pronto. Nos EUA a energia nuclear funciona que é uma beleza. Um erro parecido com o do Chernobyl resultou em 3 técnicos militares mortos em 1961. No império soviético o resultado da mesma façanha foi o desmoronamento lento porém total da ditadura para nenhum portorriqueño botar defeito. 



Para conseguir exportar trituradores de pássaros e painéis que desmancham com furação, os chineses fundaram a Igreja Apocalíptica do Gás Carbônico, exportando projetos-de-lei obrigando todos menos a China a parar de gerar energia com hidrocarbonetos. Quem desobedecer condena o planeta a virar churrasco segundo a Profecia do Aquecimento Global. 

Interessante observar que a primeira Igreja Apocalíptica da Santa Terra martirizada pelo mercantilismo selvagem foi organizada na União Soviética--na mesma época do acidente nuclear americano. Para demolir a capacidade produtiva dos egoístas, só pela superstição! As premissas da superstição residem ou no mesmo futuro que a profecia imagina, ou nas brumas místicas de supostos profetas analfabetos que falariam idioma que ninguém entende hoje. Segue a profecia soviética para o ano 2017 do Apocalipse Misantrópico da Democracia Mercantilista Selvagem: 




Se gostou do filme, você irá adorar o estrago econômico provocado pela Lei Seca evangélica dos EUA. A Lei Seca e O Crash está nas bancas do aplicativo gratuito Kindle do Amazon pelo preço de um chopp artesanal. Até com celular você dá um jeito.







quarta-feira, 31 de julho de 2019

Direitos individuais na Irlanda

Revogar as leis erradas, lastreadas na superstição, na crueldade ou no preconceito

O vídeo da campanha das mulheres irlandesas querendo ser donas do próprio corpo não aparece no Youtube. É necessário visitar o site de jornalismo menos medroso da própria sombra para assistir. Na Inglaterra, as moças já eram reconhecidas como portadoras de direitos individuais. Aliás, era pra lá que as irlandesas iam para exercer o direito de controle de natalidade que seu próprio governo, até maio, negava a mão armada.
Não deixa de ser guerra, combate às mulheres
A mídia gringa não fala nesse episódio da democracia que experimentou e não gostou da coação à mando do vaticano ou dos televangelistas da câmera obscura. Mas falam, sim, da controvérsia do Brexit, que foi semelhante: experimentaram, não gostaram, e se valeram do voto incoacto, informado e democrático para reverter o quadro. (Lá só vota quem quer votar.) 

A diferença é que a vitória do direito individual tem a ver com a pessoa singular e individual que, nos EUA, aparece nas primeiras três palavras da 14ª Emenda. O Brexit foi reajuste de pacto coletivo vis-a-vis outra coletividade política, e até na corrente saqueadora há controvérsias. Nunca vi nada que se referisse a essa eleição irlandesa na mídia brasileira. Já do Brexit, não cansam de tagarelar.

E falando em controvérsias, esse mesmo jornal irlandês mostra uma reportagem sobre voluntários fazendo uma cadeia humana para livrar um indocumentado das garras da migra. Por enquanto, até no Brasil vc pode assistir. 

Controversa também é a mania de o partido Republicano fingir que o Crash de 1929, e os outros de 1987, 1992, 2008 e até os flash crashes de 6 de maio de 2010 e 18 de março de 2015, nada têm a ver com a repressão. Descubra como esses fanáticos fingem ser defensores da economia quando de fato são tão perigosamente irresponsáveis quanto os parasitas da outra metade da gerontocracia. Saiba a verdade lendo A Lei Seca e O Crash em formato Kindle do Amazon. Até com celular você dá um jeito. 

sábado, 27 de julho de 2019

Lavagem de dinheiro




O barômetro mais útil para aviso prévio de crise econômica é assinar à busca de "laundering" no Google. Quanto mais aparece, menos espera até a chegada da nova crise. As ocorrências foram de meia-duzia por ano para igual número por semana antes de os fanáticos do governo Bush anunciarem que "o mercado parou de funcionar".  Agorinha mesmo estão definindo assim: 


A lavagem de dinheiro (“money laundering” ou “blanchiment d'argent”) consiste na prática de ocultar ou dissimular a origem, movimentação, propriedade, natureza, disposição e localização de bens, direitos e valores provenientes de infração penal, nos termos do artigo 1º, caput, da Lei Federal 9.613/1998.

Pergunte a si mesmo se isso aí não é exatamente o que o governo faz com cada tostão arrancado à mão armada do couro do "contribuinte"...



Tente descobrir o que os políticos, burocratas e meganhas fizeram com o dinheiro que tomaram de você, e a definição se comprova--pelo menos no sentido oficial. Qualquer pessoa honesta sabe que exigir dinheiro sob ameaça é infração do código de ética, mas não do código penal parasitário. O jornalista HL Mencken explicou: 


O homem inteligente quando paga os impostos do governo, não acredita estar fazendo um investimento prudente e produtivo; ao contrário, sente que está sendo multado em nome de uma série de serviços que, em sua maior parte, lhe são inúteis e, às vezes, até prejudiciais. Pode estar convencido de que, digamos, uma força policial seja necessária para proteger a sua vida e a sua propriedade, e que um exército e uma marinha o resguardam de ser reduzido à escravidão por eventual ditador estrangeiro, mas, mesmo assim, ele vê essas coisas como caras e extravagantes--pior ainda, vê no mais essencial desses serviços um meio mais fácil inventado pelos exploradores que constituem o governo para continuar a enfiar a mão no seu bolso. Nesses predadores em si, ele não tem a menor confiança...
A única vantagem da importação desse veneno desde o programa comunista de 1848 para dentro dos governos saqueadores modernos é que a faca--assim como as modernas armas nucleares--tem dois gumes. Foram-se os tempos em que o caudilho, doge, presidente, imam ou generalíssimo na sua cadeira de couro mandava escravo morrer atacando outros escravos em países distantes--sem medo de ele mesmo de repente se ver no interior de um forno de microondas nucleares. 

Naquela mesma época o político, lobista ou burocrata mandava seus meganhas arrombar portas, matar vigias e ensacar o alheio sem dó, piedade ou medo. Hoje olheiros com celulares obtendo fotos ou gravações desconcertantes desalojam esses parasitas dos cargos com a ajuda da cobiça e ambição dos seus pares. 

De repente só se fala em vazamentos, hacker, e o santo sigilo das transferências bancárias para acompanhantes, traficantes ou comissão por parte das pessoas que fazem parte da engrenagem duma máquina de coação. Hoje mesmo pipocou que o filho do novo caudilho está sendo acuado por hienas sob pretexto de hipocrisia tinante em vez de altruísmo pusilânime, como obriga o figurino.

Afinal, do ponto de vista do predador ou parasita, qualquer ato de se coçar para desalojá-los configura agressão, crime penal. Imagino que para piolhos, pulgas ou carrapatos, a lavagem com detergente para derrubá-los do corpo e da roupa é nítido ato de genocídio com armas químicas



Para entender as conexões entre o parasitismo armado e o colapso econômico, nada como A Lei Seca e O Crash, agora em formato Kindle do Amazon. Até com celular você dá um jeito...

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terça-feira, 23 de julho de 2019

Governo altruísta explicado


Rene Bueno me mandou esse link lá de Portugal. Nos controles há como ativar as legendas em português. É claro que esses controles são chatos, demorados e mal-explicados de forma a dificultar mais do que facilitar a façanha. Dá a impressão de que algum altruísta nacionalista projetou os controles para impossibilitar o acesso às legendas! Mas experimente. Com jeitinho, funciona.

No vídeo um terráqueo explica a natureza dos governos de economia mista norteados pelos princípios do altruísmo coletivista. O vídeo não seria nada parecido se o alienígena fosse um libertário, no planeta deles, explicando como deixamos de permitir aos políticos que lançassem mão da agressão da mesma forma que não é permitido ao cidadão agredir ao próximo. 

Explicar que assegurar o direito da pessoa humana a viver incoacta e não ameaçada permitiu a conquista da ciência a ponto de pousarmos na lua parece rebuscado, mas é o caminho funcional--não apenas na teoria como também na prática. A liberdade atrai a riqueza; a coação repele riqueza, e traz pobreza, violência e morte.

Observe que a Magna Carta proibiu ao rei coagir sem a anuência dos ricos. Resultou a Inglaterra, onde muitas pessoas preferem ir morar. Dela saíram os americanos, que negaram ao governo inglês o poder de censurar as comunicações, de desarmar o cidadão, de invadir casas sem aval de juiz por nós escolhido, de arrombar porta e buscar registros. A verdadeira Carta de Direitos proíbe o governo de torturar para obter confissões, de julgar em segredo ou inventar repetidas acusações, de raptar, mutilar e fazer sumir o réu, de abolir direitos ou inventar direitos fictícios e predadores, de encampar direitos da pessoa individual--tudo isso numa constituição de 5 mil palavras lavrada em quatro folhas de papel. 

Basta observar. Quanto menos poder coercitivo o governo possui, mais liberdade tem a pessoa humana. Quanto mais direitos e liberdade, mais riqueza e sabedoria. Quanto mais deveres, cobrança e coação, mais ignorância, superstição e pobreza. Há exceções?

Investigue...



Clareza orwelliana traduzida... veja tb: libertariantranslator.com









Não perca a explicação de como o fanatismo da Lei Seca combinado com o IR derrubaram a economia do EUA. Leia A Lei Seca e O Crash em formato Kindle (celular) da Amazon.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Voto Nulo e em Branco


Essa propaganda é da corrente mais laica da cleptocracia saqueadora que domina a Inglaterra. Seus autores se descrevem como "da esquerda" (comunistas), e são a favor da Inglaterra dona do nariz e contra o Anschluss com a União Europeia. Remete aos boicotes nas repúblicas bananeiras, as que ocorriam após o assassinato do Kennedy. Os ativistas abertamente favoráveis ao comunismo pediam ao povo o boicote das eleições supostamente compradas ou encampadas pela oposição. A reação das Juntas caudilhescas, naturalmente, foi de importar a mania australiana de forçar as pessoas a prestigiar a fraude ou pagar multa. É claro, sem ser necessário mencionar, que quem resistir a essa multa leva cana, surra ou até tiro. 

Houve plebicito, a maioria votou a favor da retomada da independência e autonomia inglesa. Longe de empate, o ganho foi maioria absoluta com 7 pontos percentuais de diferença. Os perdedores desde então não fazem senão gritar e bater o pé. Engraçado é que há discordâncias internas nas correntes comunistas e fascistas, mostrando que os grandes partidos saqueadores já não controlam mais as opiniões. 
Outra União Europeia onde Martinho Lutero é nome de trem
O pensamento totalitário normalmente amarra em feixes bobos e ideias sem nexo (de grupos de lobistas infiltradores). As vítimas desse logro acreditam como de fosse parto virgem ou ressurreição de Lázaro, ou uma teoria unificada de ética e economia política. Os republicanos nos EUA acham normal manter o IR do manifesto comunista, a eugenia tribal da Romênia comunista. 

Falam em livre comércio mas dos dentes pra fora é proibição de folhas lúdicas. Botam interferência em todo o comércio parecendo controles econômicos do mercantilismo monárquico e vaticanês mil-e-seisentista, pra quê? Até onde der, pra colocar os filhos e sobrinhos, pastores e apoiadores em cargos remunerados às vossas expensas. 

Os Democratas querem a mesma coisa, só que sem forçar as mulheres a produzir recrutas em defesa do coletivismo racial. Apontam os países endividados e desempregados da Europa internacional-socialista como exemplos do paraíso. Cumpre ter presente que a União Soviética também foi uma União Europeia internacional-socialista ao lado do Reich nacionalsocialista. Os EUA e Europa vivem no passado, orientado pelo misticismo obscurantista e coletivismo saqueador, espelhados pela mídia subsidiada, só que esse "diga espelho meu" está estilhaçando. Aparecem traduções da Ayn Rand e pipocam partidos libertários.
Conheça...
Essa fragmentação do duplipensar e crimideia grupal nutrem a esperança de que um dia os partidos caducos e esclerosados entenderão noções como a da não-agressão, laissez-faire e (vale sonhar) dos direitos individuais como garantias éticas da liberdade de agir. 


Descubra o que aconteceu quando os americanos abandonaram a liberdade, adotando a Lei Seca e o IRPF em A Lei Seca e o Crash, em formato Kindle do Amazon. Até com celular você dá um jeito de ler...



sábado, 20 de julho de 2019

Socialismo na Prática



Se ligo televisor, é de hotel pra descobrir a previsão antes de sair na missão. Desta vez foi em San Diego onde apareceu comercial de banca de advocacia. A cena é o que aparece aí, só que a parte de cima. Escapole o sabonete da mão de um gajo e uma mão peluda cai em cima do seu ombro com CUFF (algema) tatuado nos dedos grossos.  Eis uma versão censurada--não da Califórnia--do mesmo anúncio.


Nem sei qual veio primeiro, a explicação politico-econômica ou o anúncio do advogado com senso de humor. Mas não deixa de ser verdade que quando o papel do governo não é mais a defesa dos direitos individuais da pessoa, é porque já foi seduzido no sentido de usar o poder coercitivo para violar esses direitos; ou seja, governo que virou assaltante, feitor, assassino. Essa corrupção, esse desvio da função dos governos teve início com a formação de partidos políticos para transformar governo em quadrilha predatória. 

Todos os governos de "economia mista" são assaltantes; nem é preciso dar exemplos. Esses governos socialistas se dividem em comunista (vulgo, feitores de "esquerda") e fascistas (vulgo fascínoras da "direita"). A diferença entre essas variantes comuno-fascistas é sobretudo religiosa com matizes de eugenia. Os nacionalsocialistas da Alemanha acreditam que o sentimento ético do altruísmo é hereditário, bastando exterminar as raças egoístas para chegar no paraíso. O fascismo Espanhol e Italiano preservou a influência vaticana mas fez pouco caso da eugenia como culto nacionalista. Quando George Orwell era menino esse nacionalismo metido a religião fazia parte do bê-a-bá. 

Os outros coletivistas dispensam o obscurantismo papal e luterano, matam menos judeus, mas apostam numa lavagem cerebral bastante parecida--programação que escraviza sem tanto ensaboar. Aliás, pouco antes do colapso do comunismo, o jornal russo Pravda descrevia a União Soviética como uma "economia mista". Afinal, você esperava honestidade de quem pega no alheio?
Nixon o republicano: Não sou ladrão

Hoje todo saqueador altruísta evita se identificar com honestidade. Comunista despreza o altruísmo do sermão no monte, Cristão muda de assunto quando se fala de fascismo. Todo republicano jura que a Lei Seca nada teve a ver com o colapso de 1929 e a recessão. Já o democrata reza para acreditar que Thomas Jefferson quis nacionalizar as terras e industrias e cobrar imposto de renda de pessoa física, e que as temperaturas estão aumentando, pois os termômetros mentem. Lá longe, sua fatia do voto aumentando em 109% anuais, o Partido Libertário observa esse circo de ignorância e crueldade. 

Saiba como a Lei Seca, que 1,4% do voto colocou na Constituição, derrubou a economia americana e ajudou o partido nazista ao poder na Alemanha. Leia A Lei Seca e O Crash em formato Kindle do Amazon. O aplicativo não custa nada e até com celular você já um jeito...
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