domingo, 30 de setembro de 2018

Programa nacionalsocialista, pontos 16 a 20

Pintura pelo líder nacional socialista
Continuando a análise das palavras e ideias do partido Nacional Socialista da Alemanha. Afinal, são ou não são socialistas? Os comunistas juram que não. São ou não são cristãos? Os pastores, papas e bispos juram que não. Para descobrir a verdade, só lendo os documentos originais: 

16. Pela criação e proteção de uma classe média sã, a comunalização das grandes lojas de departamento e o seu arrendamento aos pequenos comerciantes a baixo preço.  Devemos priorizar os pequenos empreendedores nas licitações de fornecimentos à União, aos Estados e municípios.

17. Pela reforma agrária adaptada às nossas necessidades nacionais, a promulgação de uma lei que permite a expropriação, sem indenização, das terras para fins de utilidade pública – a abolição de impostos sobre as glebas e a repressão de toda especulação.

18. Pela luta sem trégua contra aqueles cujas atividades, prejudicam o bem comum.  Aos traidores, agiotas, atravessadores e afins, caberá a pena de morte, sem consideração da raça ou religião.

19. Pela substituição do direito romano pelo direito público alemão, pois aquele atende uma ordenação materialista do mundo.

20. A ampliação da nossa infra-estrutura escolar deve permitir a todos os alemães capazes e trabalhadores o acesso a um curso superior, mediante qual se colocar na liderança.  Os currículos dos estabelecimentos de ensino devem se adequar às necessidades da vida prática.  Caberá às escolas inculcar o conceito do Estado (moral e cívica) desde a idade da razão.  Caberá ao Estado custear a educação dos filhos excepcionalmente dotados de pais pobres, qualquer que seja a sua profissão ou classe social.

ANÁLISE: 
A comunalização das lojas parece coisa de libertário? livre comércio? capitalismo selvagem? E no 17 a reforma agrária, expropriação sem indenização... isso é coisa de liberalismo egoísta? O bem comum do nº 18 aparecia nas moedas nazistas, e o ódio aos agiotas e atravessadores dificilmente seria coisa de Milton Friedman, Ayn Rand ou Frédéric Bastiat. No Ponto 19 a referência obscurantista ao "materialismo" não parece ser endosso de nada objetivo, científico ou liberal. Veja esta reportagem de 1934...


Tradução: Nazistas dizem que a Influência do Cristo foi Ampliada pelo Hitler. Berlim, Alemanha--A certeza de que Jesus se tornou mais poderoso entre os alemães por causa de Adolf Hitler é creditada pelos nazistas cristãos alemães de Brunswick. No seu órgão oficial os nazistas protestantes de Brunswick anunciam: "Na pessoa do Hitler o tempo se preencheu para o povo alemão, pois o Cristo, Salvador e ajudante de Deus, conseguiu, mediante Hitler, se tornar poderoso entre nós. Logo o nazismo possui o cristianismo positivo dos atos. Hitler hoje é o caminho do espírito e da vontade de Deus conduzindo à igreja cristã das nações alemãs."

Há algo de orwelliano na maneira que os jornais mudaram os retratos depois da Grande Guerra. A seguir, os últimos 5 pontos do programa nacionalsocialista que a "direita" alega ser "esquerda" e vice-versa. 

Necessitando de tradutores orwellianos para migração ou transtornar a atual crise, visite a nossa página




sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Programa dos nacionalsocialistas, 11 a 15


Propaganda alemã contra ocupação, circa 1922
Continuamos a análise do texto do programa original do partido nacionalsocialista da Alemanha. Neste fascículo examinamos o significado dos pontos 11 a 15 deste partido socialista, no contexto que resultou em ditadura e guerra. 
Pôster anti-alemão circa 1916
PORTANTO INSTAMOS:

11. Pela abolição de renda senão aquela grangeada pelo trabalho e pelo esforço.

LIVRAMENTO DA ESCRAVIDÃO PELOS JUROS.

12. Considerando os enormes sacrifícios de vidas e pertences que a guerra exige do povo, o enriquecimento pessoal com a guerra deve ser estigmatizado como crime contra o povo.  Logo, insistimos no confisco total dos lucros de guerra.

13. Pela nacionalização das empresas pessoas jurídicas (trustes).

14. Pela participação nos lucros das grandes empresas.

15. Pela ampliação generosa das pensões para idosos.

ANÁLISE: O leitor reconhecerá no Ponto 11 a familiar objeção comunista à renda proveniente de terras, aluguéis, etc. O Ponto 4 nazista é o mesmo que o ponto 8 comunista. No Ponto 12 dos Trabalhistas Nacional Socialistas a objeção não é contra a guerra e sim o enriquecimento da pessoa humana. Já o confisco de lucros e estatização das empresas são copiadas dos pontos 1, 4 e 7 do manifesto comunista, que os socialistas descrevem como da "esquerda". As pensões para idosos estão no ponto 13 da plataforma de 1928 do Socialist Party dos EUA 8 anos depois da divulgação do programa nacionalsocialista alemão. 

Dá ou não dá para desconfiar do sentido dos lacres "esquerda" e "direita"?  

No próximo fascículo veremos os Pontos 16 a 20 desse famigerado partido nacionalsocialista. Não percam...

Não percam esse blog que também responde em www.amigra.us ou os tradutores por trás dos bastidores dos três poderes.
Também com blog americano...

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Programa dos Nacionalsocialistas, 6-10

Selo comemorando os 25 anos do Paredão Antifascista

Dos 25 pontos do programa do partido trabalhista nacionalsocialista alemão escritos na mão do ex-soldado Hitler, seguem as demandas de nºs 6 a 10. 
Sou tradutor libertário apresentando fatos históricos para que as pessoas avaliem o perigo inerente ao autoritarismo altruísta--mascarado de esquerda ou de direita, tanto faz.


6. O direito de fixar a orientação e as leis do Estado é reservado unicamente aos cidadãos.  Logo, instamos que as funções públicas, a nível nacional, estadual ou local serão exercidas por cidadãos. 
Somos contrários ao viciante sistema parlamentar de preencher cargos visando as necessidades do partido e sem se importar com questões de caráter ou capacidade.

7. O Estado deve se comprometer a assegurar a atividade produtiva e o sustento, sobretudo dos cidadãos.  Não havendo condições de sustentar toda a população, os estrangeiros (não cidadãos) devem ser deportados.

8. Cumpre prevenir novas imigrações de estrangeiros.  Todos os não-alemães que entraram na Alemanha desde 2 de Agosto de 1914, serão obrigados desde já a deixar o Reich.

9. Todos os cidadãos terão direitos e deveres comedidos.

10. O primeiro dever do cidadão é trabalhar, física ou intelectualmente.  A atividade do indivíduo não deve prejudicar os interesses da coletividade, mas integrar-se dentro deste arcabouço geral para o bem de todos

APONTAMENTOS do tradutor.

Observe que os pontos 5 e 6 são tipicamente adotados pelos governos de economia mista--aqueles que fundem elementos do socialismo coercitivo com a proteção de alguns direitos individuais. Nessa mesma mistura de sentidos o 6º substitui "públicas" por governamentais e equivoca a distinção entre os direitos das pessoas individuais e os poderes das corporações armadas, acima ocultados pelo termo "dever". Partido entra como corporação amarrada ao conceito dos cargos remunerados do Estado Político, remuneração egoísta, porém perdoável dos políticos e funcionários corretos. 

O 7º ponto amplia o dever coercitivo, transformando-o em dívida cobrável quiçá pelo trabalho forçado. O 8º reforça essa proposta da expulsão e exclusão preservadas hoje nas leis que os países socialistas e de economia mista aplicam aos estrangeiros ao cobrar conformidade com o coletivismo. A data referida é a do tratado de aliança entre a Alemanha e Turquia, já declarada a guerra entre a Rússia e Alemanha. Soldados--inclusive das colônias africanas dos vitoriosos--ocupavam partes da Alemanha enquanto Hitler lavrava esse programa


No 9º, a imposição de deveres inventados é equiparado ao reconhecimento dos direitos.  partido se preocupa com o sustento e não os direitos individuais que possibilitam ao cidadão autosustentar-se. Esse erro fundamental é repetido ainda hoje.


No 10º ponto o dever mencionado no 7º já assume contornos de trabalho forçado, e parece copiado em party do ponto 8 do manifesto comunista (trabalho obrigatório para todos). O indivíduo autônomo é subjugado aos "interesses" da coletividade e obrigado a seguir os ditames do altruísmo. A cada passo o programa nacionalsocialista mina a objetividade dos conceitos fundamentais sobre o que é e para que serve um governo, o significado da liberdade e a definição de um direito. Esses problemas ainda confundem a Europa, mesmo depois de 98 anos. 


A seguir, os pontos 11 a 15, e vale comparar a minha adaptação com o original...


Para traduções que esclarecem leis, tratados, documentos e regulamentos internacionais, procure uma tradutora juramentada ou um certified translator

Blog americano...





terça-feira, 25 de setembro de 2018

O programa nacionalsocialista de 1920, 1-5


A Universidade do Texas publicou a plataforma do partido de Hitler em inglês (Lane & Rupp, tradutoras) em 1978. 

Naquele documento qualquer um vê que os nacionalsocialistas, como 95% dos partidos atuais, acreditam que a liberdade é divisível. As facções místicas querem que a coação reprima os prazeres e imponha crendices. As facções laicas apostam na coação para tomar das pessoas os seus pertences. 

Essas duas hostes compuseram o texto nazifascista. Sem mais, aqui vão os primeiros 5 dos 25 pontos divulgados em 1920.



O programa do Partido Trabalhista Nacional Socialista da Alemanha (NSDAP) 24 de fevereiro de 1920

O programa do Partido Trabalhista Nacional Socialista da Alemanha se dirige à sua época. Uma vez cumpridas as metas do programa, a liderança se recusa a estabelecer novas metas como artifício para fomento de descontentamento nas massas no intuito de prolongar a existência do partido.

1. Insistimos na constituição de uma Grande Alemanha, que reúna todos os alemães, com base no direito dos povos à autodeterminação.

2. Cobramos a isonomia do povo alemão com as demais nações e a revogação dos Tratados de paz de Versalhes e de Saint Germain.

3. Exigimos terras e colônias para o sustento do nosso povo e para assentar o nosso excedente de população.

4. Só a nossa gente pode ter cidadania.  Só quem é de sangue alemão, não obstando seu culto religioso, pode ser nosso companheiro.  Nenhum judeu, portanto, pode ser companheiro do povo.

5. Os não cidadãos viverão na Alemanha como visitantes, regulamentados pela lei como estrangeiros

O programa começa declarando pelo coletivismo cultural e racial popular, se distanciando na largada dos políticos profissionais que apinhavam na cleptocracia existente ao final da Primeira Grande Guerra. Repare que quem possui direitos no Ponto 1 são as coletividades, e não as pessoas humanas individuais.

A Grande Guerra foi travada entre os produtores de entorpecentes de papoula após a proibição destes produtos pela China em 1911 e a formulação na Haia da convenção anti-ópio. Perder esta guerra resultou na responsabilização da Alemanha (e Hungria e Turquia) pelos prejuízos da guerra, cobrando reparações. Os tratados em tela cobravam essa restituição pela agressão iniciada pelos alemães em 1914 contra a Sérvia. O Tratado de Versalhes no seu Artigo 23, regulamenta os entorpecentes de papoula nos termos da Convenção da Haia.

Anticoncepcionais eram proibidos em muitos lugares, sobretudo nos EUA onde os adeptos da eugenia executavam leis do Comstock e censura desde 1873. Só que a população global crescia e as equações previam o desastre malthusiano. Esse partido alemão adotou a postura do Presidente Theodore Roosevelt de fomentar a reprodução nacional, pois o contrário seria o "suicídio da raça". Resultou um sauve qui peut de coletivismo racial não só na Alemanha. 

O Ponto 4 hoje é controverso, e em 1920 o DNA era desconhecido. Muitos acreditavam que as coletividades mais brancas seriam mais virtuosas do que as demais, e que o egoísmo era algo ruim, uma característica tida como hereditária e não resultante de ensinamentos ou condicionamento. 

Resultou que o Ponto 5, dependendo do Ponto 4, destacava alemão companheiro do povo, como algo diferente dos judeus, dos estrangeiros. 

Continua no próximo fascículo...

Nada compara com tradutores para colmatar as diferenças culturais e filosóficas entre os povos do planeta. 
Blog em inglês...





sábado, 22 de setembro de 2018

Núvem de palavras libertárias


A vantagem de idiomas semelhantes é que deu para gerar uma núvem de palavras do programa do Partido Libertário dos EUA, traduzido em português, usando uma ferramenta para a língua espanhola. Deu isso aqui quando retirei os "que".



Não dei conta de controlar as cores, que saíram menos chocantes na versão em inglês onde esse controle é automático e mais variável. 
Mesmo assim, num apanhado dá para divisar o que esse partido do século 20 acha importante. O partido Libertário, organizado em 1971, procura defender os direitos individuais da pessoa humana sem lançar mão da agressão. É absolutamente contrário à chamada "direita" do fascismo místico, pois defende os direitos individuais da mulher e não quer matar ninguém por causa de folhas de plantas--muito menos mandar soldado matar gente no outro lado do planeta. 

O programa Libertário também dispensa os anarquistas assassinos e comunistas saqueadores da chamada "esquerda"--habitantes daquele mesmo universo de uma só linha horizontal que a esquerdireita usa como prisma da realidade. Compare aqui as núvens geradas pelas 71 mil palavras contidas nas plataformas dos Republicanos e Democratas da EsquerDireita americana. O programa libertário contém apenas 2700 palavras--8 folhas.

A evolução geométrica do pensamento político vai do ponto ciclópico (monarquia), para a linha reta (cleptocracia de uma dimensão só), até a área plana do Século 20, onde duas variáveis conseguem operar para representar com nitidez as alternativas que aparecem no mundo real. 

A liberdade é divisível?
Os totalitários altruístas, religiosos ou não, encaram a liberdade como inimiga indivisível do bem, isto é, inimiga do poder coercitivo to Estado Político. Na Alemanha de 1933 havia "esquerda" comunista e "direita" fascista como hoje. Só que o Líder deu a razão a ambos. Não bastava o controle deontológico exercido pelo misticismo religioso, nem o controle econômico almejado pela corrente do confisco comunista. O controle havia de ser total e de mão firme! 

Logo examinaremos o programa totalitário do partido nacionalsocialista para averiguar se aquilo se mede melhor com uma ou duas variáveis. Será que existe apenas uma linha horizontal, sem significado ou interpretação que remete ao mundo real? Qual seria a definição e o propósito do Estado Político?

Necessitando da ajuda de tradutores orwellianos que sabem resumir, procure pela Speakwrite ou Falascreve.com
Blog em inglês: Oiltranslator.com

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Todo anarquista é comunista

Ao descobrir o Partido Libertário, o que mais surpreendeu foi a revoada de anarquistas na periferia da organização. Estes raramente se cadastravam como sócios, e contribuir com dinheiro, isso nem pensar! O efeito que criam é semelhante ao de uma nuvem de moscas... justamente o efeito pretendido! 




Afinal, anarquista não é novidade. Pesquisando a palavra no Google News Archive qualquer um encontra centenas de artigos nos jornais de vários países acerca desses brutos. Esse de 1894, após um pequeno partido comunista conquistar 9% do voto nas eleições americanas, disparou uma pistola contra o premier da Itália. Dali a poucos dias, um fanático correligionário matou o presidente francês, Carnot

Cumpre observar que nenhum disparou em duelo, mas covardemente, de emboscada, contra vítima desarmada. Tamanha a incompetência dessa laia que o agressor de Crispi errou dois tiros e foi desarmado e capturado pela pretendida vítima! Só escapou da forca por implorar pela pena de morte! Ninguém queria lhe dar essa satisfação.



Nos EUA os presidentes Garfield e McKinley foram mortos por criaturas que um segundo antes de puxarem o gatilho eram reles comuno-socialistas. Nos dois casos, um segundo após o fato ocorreu a transformação milagrosa, e todo socialista e comunista juraria que esse assassino nunca foi "realmente" comunista. Os americanos da época entenderam muito bem os "anarquistas", e enforcaram os dois e outros tantos da mesma hoste de loucos perigosos. 

Enfim, o compromisso contra a agressão é o que define todo membro do partido libertário. Essa premissa é dividida por zero pelos anarquistas a título de "prova" que esses comunistas violentos seriam os "verdadeiros" libertários. Pode isso? 

Nós libertários defendemos a existência de um governo constitucional cujo poder letal se destina à defesa dos direitos individuais de cada pessoa humana contra a fraude, assaltos e agressão. Os anarquistas são contra esse impecilho às atividades de salteadores e assassinos. O fato de que alguns partidos aproveitam para corromper este poder aplicando a ética dos saqueadores é mais motivo ainda para afastarmos os impostores. 

Afinal, com "amigos", anarquistas, a liberdade precisa mesmo de inimigos?

Para traduções orwellianas, certified ou juramentadas, procure pela Speakwrite.
Blog tradutorlibertário em inglês

domingo, 16 de setembro de 2018

Como votar no exterior


Temos aí um bom motivo para votar no Partido Libertário. Só os EUA cobram IR no exterior. O IR foi copiado da proposta 2 no Manifesto Comunista publicado em alemão e inglês na Inglaterra. Apenas o Partido Libertário oferece abolir esse imposto. O cidadão que reside fora dos EUA pode votar nas próximas eleições, só que o prazo é mais ou menos um mês antes da votação nas urnas em novembro.

Quem foi eleitor num Estado deve seguir as regras daquele estado. O Programa Federal de Assistência à Votação (FVAP) oferece recursos online, como cadastro e cédula. 

Existe também uma Associação de Americanos Residentes no Exterior (AARO) que divulga informações sobre as leis e outros fatos relevantes. Mas por quê votar libertário?


Estados que colocam o candidato libertário nas cédulas.

Quem não é hipnotizado pelo programa eleitoral subsidiado pela lei do Richard Nixon poderá entender como o voto libertário tem muito mais impacto. Em 1972 menos de 4000 votos libertários ajudaram o Supremo a decidir a favor dos direitos individuais das mulheres. Ninguém nos EUA ou Canadá pode ameaçar médicos para coagir uma mulher sobre escolhas reprodutivas. Cada voto desses teve dez mil vezes o impacto legiferante de um voto desperdiçado na kleptocracia. O impacto mínimo absoluto do voto ao pequeno partido crescente equivale a 6 votos desperdiçados, sendo a média algo em torno de 21x, isso porquê a nossa mensagem é relevante, clara e diferente. O Libertarian Party rejeita a coação como solução. Leia o nosso programa


Número de votos conquistados pelo Partido Libertário nas eleições não-presidenciais

O político cleptocrata eleito por margem menor que o total ganho pelo nosso candidato tende a revogar ou enfraquecer as leis que procuramos derrubar. Afinal, ele não quer perder o emprego! Estamos aumentando nossa fatia da votação enquanto os partidos da antiga cleptocracia perdem aderentes. A curva de substituição nos favorece. Nossos atuais 800 candidatos representam um aumento de 35% desde 2016! Eis como andamos na curva Fisher-Pry de substituição: 



O seu voto pelo partido libertário multiplica a pressão contra os impostos, contra o projeto do Muro de Berlim e a favor dos direitos individuais da pessoa humana incoacta. Não perca essa oportunidade de mudar as leis que os EUA exportam para países vizinhos. Wuem tem visto de permanência não pode votar, mas pode doar uns trocados para o partido mais eficiente nessa questão de derrubar leis nocivas.

Um serviço público da Speakwrite, traduções orwellianas entre inglês e português
Veja também meu blog libertário




quinta-feira, 13 de setembro de 2018

A Greve dos Eleitores: vote nulo!

O Partido Libertário grangeou 4 milhões de votos--bem mais do que a diferença entre os saqueadores

Adam Smith defendia o mercantilismo de sobretaxas baixas que os sequazes do Karl Marx chamaram de "capitalismo". Afinal, ali a definição depende apenas da presença de ouro não radioativo e não de complicadas noções quanto aos direitos da pessoa humana. Qualquer ditador rico é chamado de "capitalista". Invade-se um continente, aniquilando os autóctones e instala-se ali uma colônia que importa produtos acabados e exporta matérias primas--tudo a preços determinados pelo poder divino de Deus em aliança com o rei da Metrópole. 



Nos anos 20 os mercantilistas ostentavam "capitalista" como orgulhoso geuzenaam. A Russia era dominada pelo culto da plebe ignara e a China continuava sendo explorada pelos europeus com armas e drogas mais modernas do que as de 1837. Os mercantilistas místicos se aliavam em ramalhetes amarrados sob nome de fascismo: el socialismo de Dios del caudillo de Dios! Já os saqueadores laicos se declararam comunistas. 

Após a inevitável guerra dessas duas hostes do altruísmo armado vieram os enforcamentos. O crime de guerra, a agressão, era para os franceses um mistério subjetivo. Se alemão o fez, foi agressão. Já comportamento idêntico pelos altruístas místicos que assaltavam o povo francês, algeriano, senegalês, mauritano, sudanês, da Côte d'ivoire e Cochin-china era simples imposto, sobretaxa, dízimo marxista e "direito" aduaneiro. Apenas uma pessoa entendia com clareza o que ocorria durante os julgamentos e enforcamentos dos criminosos da hecatombe nacionalsocialista: Ayn Rand




Seguindo o modelo do filme A Greve de outro russo de ascendência judáica, Sergei Mikhailovich Eisenstein, Ayn Rand se debruçou sobre "A Greve" da sua própria autoria. Enquanto compunha o Capítulo VII, escreveu numa carta em 1947 para sua amiga Linda Lynneberg que


“O individualismo sustenta que a pessoa humana possui direitos inalienáveis que não lhe podem ser tomados por outro, tampouco por nenhum outro número, grupo ou coletividade de pessoas. Logo, cada qual existe por direito próprio, e pelo seu próprio bem – e não pelo bem do grupo."


E ainda acrescentou


"Para uma definição prática, se os homens simplesmente concordarem que nenhum homem ou número de pessoas possui o direito de iniciar o uso da força contra algum ser humano (e isto inclui o confisco de seus bens) – que eles não têm esse direito para qualquer que seja a finalidade, não importando a ocasião – seria tudo o que necessitamos, pois isto atingiria uma perfeita utopia na terra, e incluiria toda a moral e ética que necessitamos.”

A Greve foi publicada como A Revolta de Atlas (Atlas Shrugged) e nela os produtores entram em greve para derrubar a ditadura saqueadora que escravizava o país. Esta idéia plantou a semente da greve dos eleitores na mente de David Nolan e seus colaboradores, resultando no estabelecimento do Partido Libertário como alternativa à ditadura fascista do Richard Nixon. Nixon foi deposto por ameaça de impedimento pouco depois. 


Nixon com o ditador Ceaucescu da Romênia comunista: contra as mulheres

O resultado prático na primeira eleição com participação do Partido Libertário foi que o Supremo americano copiou a proposta libertária para derrubar as leis sulistas que coagiam mulheres grávidas e médicos. Deu-se uma reação em cadeia e o governo canadense logo derrubou completamente todas essas leis. Face a essa elevação do novo partido laissez-faire com compasso moral indiscutível, as ditaduras comunistas do Velho Mundo ruíram em menos de duas décadas. 

As ditaduras obscurantistas que hoje sobrevivem usam o poder judiciário para invalidar nas eleições os candidatos e programas de partidos libertários. Desse arremedo de democracia resultou a greve dos eleitores que, insatisfeitos com os saqueadores da EsquerDireita linear, expressam o voto libertário na forma de votos nulos e em branco. O voto nulo é dado ao número de partido excluído, como "00" e o voto em branco apertando o botão BRANCO.  

Esses votos, vale dizer, são os votos dados ao partido libertário no degredo imposto pelas ideologias da agressão. Aqui são os votos da maioria! Mas quem ganha são as antigas correntes ideológicas que sobreviveram os julgamentos e enforcamentos dos agressores altruístas em Nuremberg e no Japão--julgados enquanto Ayn Rand escrevia A Revolta de Atlas

Para ser grevista da Revolta de Atlas basta votar não aos partidos saqueadores e seu afã de agressão contra os direitos individuais da pessoa humana. Para tanto não há necessidade de violência ou risco de vida. Basta se valer da única opção que resta ao eleitor coagido e votar em branco/nulo pelo partido libertário para invalidar as algemas da coação. Todos entenderão perfeitamente que subsidiar 16 partidos fascistas e mais 16 partidos comunistas não é escolha, que dirá democracia.

Essa opinião é baseada nas observações do Tradutoramericano
Meu outro blog é mais em inglês.