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terça-feira, 19 de maio de 2026

O idioma político internacional

 

A revista libertária Reason--a única que assino desde os anos 80--entrou na história com essa entrevista do juiz do supremo americano. Para entender a importância do evento, basta reparar que o ato foi censurado, passado em branco e deitado no buraco da memória onde jazem os fatos nada convenientes para a mídia que atende a cleptocracia--seja ela americana ou brasileira

Essa entrevista foi mais marcante ainda do que o voto eleitoral dado à primeira mulher a registrar semelhante coisa, e ao professor John Hospers, sendo esses dois os primeiros candidatos à presidência dos EUA e os primeiros a receberem um voto eleitoral no sistema coletivista do "colégio" eleitoral. Afinal, aquele foi ato de eleitor revoltoso que--percebendo que o Nixon era bandido corrupto anos antes de o facínora negar o fato e se demitir na alvura da inocência em proclamação irradiada--deu o voto aos libertários individualistas em sinal de apreço. Foi mais marcante por ser programada de antemão por colaboradores da mesma revista que defendia os direitos individuais da mulher no mês e ano da eleição de 1972--e a cleptocracia não ousou levantar a mão para impedir. A revista conta com 52 mil assinantes e 3M de leitores por mês, e seu concorrentes à altura, The Atlantic, com 34M e The Economist com 12M. Só que os concorrentes perdem na acessibilidade por estrangeiros. Veja um exemplo (link)

Você sabe, afinal, o que é anarquia, anarquismo ou anarquista, e se aquilo é coisa de liberal individualista ou comunista social?  O escritor Jesse Walker explica, com leitura falada seguindo cada frase de foma a facilitar a compreensão do inglês. Com o tradutor do Google ou DeepL vc pode copiar e traduzir os parágrafos para facilitar esse acompanhamento de nível diferente do The book is on the table. Isso aqui é inglês político e atual de ex-colônia que declarou a sua liberdade.(link) Começa assim: 

Há sessenta anos, Mao Tsé-Tung emitiu a Notificação de 16 de Maio, um documento frequentemente considerado o estopim da Grande Revolução Cultural Proletária. Nesse período, Mao combateu seus rivais na estrutura de poder da China, declarando-os contrarrevolucionários e incitando o país a se insurgir contra eles. Jovens radicais conhecidos como Guardas Vermelhos atenderam ao chamado do ditador e, em pouco tempo, uma miscelânea de grupos se viu em confronto caótico. Os anos seguintes foram marcados por violentas rebeliões, repressão ainda mais violenta e intensos ataques a formas de cultura supostamente reacionárias. Centenas de milhares de pessoas foram mortas — provavelmente bem mais de um milhão. 

Isso vem direto do Google sem nenhuma emenda minha. Viu como dá para acompanhar fácil o inglês do autor com essa tradução mecanizada? 


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 Quer saber a causa do Crash de 1929 e da Depressão da década de 1930? Leia.

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terça-feira, 10 de setembro de 2024

Endereços em ingrêiz

 

Qual é o seu endereço? é o tipo de pergunta que juiz faz no foro da migra. Só que as respostas muitas vezes parecem que vêm do planeta Marte. 

Um responde 136 Vúsi Treat. O foro é em Massachussetts onde uzóme identificam canadense que fala sem sotaque perguntando "how do you spell that State?" (Soletra pra mim?) No Vúzi o interprete confessa pro juiz que num intendeu ni puta desse nome de rua. Funcionário foi ler a conta de luz... Worcester Street! Cuja pronúncia é Wooster/Wúster. Chato é que aquele molho para carnes, Worcestershire, pronunciam do mesmo jeito. Americano que não mora em Massachusetts acha que a pronúncia do molho ou vila seria Uor-SES-te-xair.  

Noutra audiência, mesmo estado, mesma pergunta: Você mora adonde? E a resposta: 
"Cuínz". O intérprete pergunta "Queens"? Mas não é nada disso e sim Quincy!

Em outro estado peão responde que mora em Núrqui. Depois da diligência de sempre a gente descobre que não é nome russo e sim Newark, New Jersey! 

E tem disso no Canadá. Quando a gente ia lá se esconder to alistamento ou das caçadas de bruxa torquemadistas no tempo do Nixon, policiais da cavalaria perguntavam como se soletra Saskatchewan!


O problema é que neném em cada país adquire surdez seletiva, antes de completar um aninho, tentando divisar o que os pais estão dizendo. A gente filtra para não ser despistado por sons que não transmitem informação no idioma de papai e mamãe. Quem provou isso foi a Profª Janet Werker da Universidade da British Colombia no Canadá.(link

Aprender a captar, ouvir a pronúncia, é o segredo da sobrevivência em outros países. 

*-*-*

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