sexta-feira, 3 de julho de 2026

O cristianismo do Adolf Hitler

 

Um pesquisador livre-pensante permitiu reproduzir esse site desde que não alterasse o teor. Segue o teor, só que agora em português. Isso facilita muito a comparação para informar os que acreditam que a nova versão do nacionalsocialismo importado  "não tem nada a ver com isso daí..."

O cristianismo de Hitler revelado em seus discursos e proclamações

Compilado por Jim Walker

Data de origem: 27 de fevereiro de 1997

Acréscimos: 3 de junho de 2006

Mediante subterfúgios e ocultação, muitos líderes eclesiásticos e cristãos fiéis da atualidade camuflaram o cristianismo de Adolf Hitler. Tentaram lacrá-lo como ateu, adepto de cultos pagãos ou falso cristão. No entanto, desde a formação inicial do Partido Nazista e ao longo de todo o período de conquista e expansão, Hitler manifestou seu apoio ao cristianismo perante a população e os soldados alemães. Na década de 1920, o Partido dos Trabalhadores Alemães de Hitler (denominação anterior à nazista) adotou um "Programa" de vinte e cinco pontos (a versão nazista de uma constituição). No vigésimo quarto ponto, a intenção do grupo demonstra claramente, desde o início, sua posição a favor de um cristianismo "positivo":

24. O Partido assim defende um cristianismo positivo, sem todavia se ligar a uma denominação específica. Combate ao espírito judaico-materialista no país e no exterior e acredita piamente que a restauração duradoura do nosso povo não poderá acontecer senão começando internamente partindo do princípio: ANTES O BEM COMUM QUE O BEM INDIVIDUAL.

Os discursos e as proclamações de Hitler revelam com mais mais clareza a sua fé e seus sentimentos em relação a uma Alemanha cristianizada. O nazismo representa um vexame para o cristianismo e exemplifica o perigo da fé. As seguintes palavras de Hitler evidenciam seu desprezo pelo ateísmo e pelos cultos pagãos, e ainda revelam a força de seus sentimentos cristãos:


"Meus sentimentos como cristão indicam para mim o meu Senhor e Salvador como um combatente. Indicam-me o homem que, certa vez, na solidão, cercado apenas por alguns seguidores, reconheceu a verdadeira natureza daqueles judeus e convocou homens para combatê-los; aquele que — pela verdade de Deus! — foi grandioso não como sofredor, e sim combatente. Com amor infinito, qual cristão e como homem, leio a verso que nos conta como o Senhor finalmente se ergueu em Seu poder e empunhou o açoite para expulsar do Templo a ninhada de serpentes e víboras. Formidável foi Sua luta pelo mundo contra o veneno judaico! Hoje, dois mil anos depois, reconheço com profunda emoção — e mais profundamente do que nunca — que foi por isso que Ele teve de derramar Seu sangue na Cruz. Como cristão, não sou obrigado a permitir que me tapeiem, mas tenho o dever de lutar pela verdade e pela justiça... E, se há algo que possa provar que estamos agindo corretamente, é a angústia que cresce a cada dia. Pois, como cristão, tenho também um dever para com o meu próprio povo... Quando saio pela manhã e vejo esses homens parados em filas, seus rostos marcados pela privação, acredito que eu não seria cristão, e sim um verdadeiro demônio, se não sentisse pena deles; se não me voltasse — tal como fez nosso Senhor faz dois mil anos — contra aqueles pelos quais este povo sofrido é hoje saqueado e explorado. 
Adolf Hitler, em seu discurso em Munique, em 12 de abril de 1922
[Nota: “ninhada de serpentes” aparece em Mateus 3:7 e 12:34. João 2:15 descreve Jesus expulsando os cambistas (víboras) do templo. A palavra “víboras” também aparece em Salmos 140:3]

Assim como o judeu antes conseguia incitar a multidão de Jerusalém contra o Cristo, aquele hoje ainda consegue incitar as pessoas — enlouquecidas por mentiras — a atacar os que, pela verdade de Deus!, buscam tratá-los com absoluta honestidade e sinceridade.
— Adolf Hitler, em Munique, 28 de julho de 1922

Na Bíblia encontramos o texto: "Logo, por seres morno, nem frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca". Esta declaração do grande Nazareno manteve sua profunda validade até os dias de hoje.
— Adolf Hitler, discurso em Munique, 10 de abril de 1923
[A citação bíblica é de Jesus em Apocalipse 3:16]

Na vida das nações, o que, em última análise, decide as questões -- é uma espécie de tribunal de julgamento de Deus... Sempre, diante de Deus e do mundo, o mais forte tem o direito de levar a cabo o que deseja.
— Adolf Hitler, discurso em Munique, 13 de abril de 1923

Há três palavras que muitos usam sem refletir, mas que para nós não são meros slogans: Amor, Fé e Esperança... Somos fanáticos em nosso amor pelo nosso povo...
Temos fé nos direitos do nosso povo, direitos que existem desde tempos imemoriais. Protestamos contra a ideia de que todas as outras nações devam ter direitos — e nós, nenhum. Devemos defender essa fé cega nos direitos do nosso povo e na necessidade de nos dedicarmos a servi-los; devemos abraçar a convicção de que a vitória nos será gradualmente concedida, bastando para isso que sejamos suficientemente fanáticos. E desse amor e dessa fé surge para nós a esperança. Enquanto outros duvidam e hesitam quanto ao futuro da Alemanha, nós não temos dúvidas. Temos tanto a esperança quanto a fé de que a Alemanha voltará a ser — e haverá de ser — grande e poderosa.
Temos fé de que, um dia, o Céu reconduzirá os alemães a um Reich sobre o qual não haverá estrela soviética nem a estrela de Davi judaica; acima desse Reich, brilhará o símbolo do trabalho alemão: a Suástica. E isso significará que o Primeiro de Maio terá de fato chegado.
Adolf Hitler, discurso em Munique, 1º de maio de 1923
[Amor, fé e esperança vêm de 1 Coríntios 13:13 NVI]

As pessoas perguntam: existe alguém apto a ser nosso líder? Nossa tarefa não é procurar por essa pessoa. Ou Deus no-lo dará, ou ele não virá. Nossa tarefa é forjar a espada de que ele precisará quando vier. Nossa tarefa é oferecer ao líder uma nação que esteja pronta para ele quando ele chegar! Meus compatriotas alemães, despertem! Um novo dia está amanhecendo!
— Adolf Hitler, 4 de maio de 1923

Pouco importa se estas nossas armas são humanas: se elas nos conquistarem a liberdade, estarão justificadas perante a nossa consciência e perante o nosso Deus.
— Adolf Hitler, em Munique, 1º de agosto de 1923

Será, de qualquer modo, minha tarefa suprema assegurar que, no recém-acordado partido nacionalsocialista, os adeptos de ambas as confissões possam conviver pacificamente lado a lado, a fim de que possam se posicionar na luta comum contra aquele poder que é o inimigo mortal de todo verdadeiro cristianismo.
— Adolf Hitler, em artigo intitulado “Um Novo Começo”, 26 de fevereiro de 1925

Estive esses dias em Eisenach, onde subi ao topo do Castelo de Wartburg. Foi lá que um grande alemão traduziu a Bíblia.
Adolf Hitler, em Schleiz, Turíngia, 18 de janeiro de 1927
[O grande alemão a quem Hitler se refere, é claro, e Martinho Lutero]

Somos um só povo de várias confissões. A questão não é qual fé triunfará sobre a outra; a questão, na verdade, é se o cristianismo permanece de pé ou cai... Não toleramos em nossas fileiras ninguém que ataque os ideais do cristianismo... de fato, nosso movimento é cristão. Queremos que os católicos e protestantes se reencontrem na profunda angústia do nosso povo.
— Adolf Hitler, em discurso em Passau, 27 de outubro de 1928, Bundesarchiv Berlin-Zehlendorf, [citado da obra The Holy Reich, de Richard Steigmann-Gall]

Estamos determinados, como líderes da nação, a cumprir como governo nacional a tarefa que nos foi dada, jurando fidelidade apenas a Deus, à nossa consciência e ao nosso Volk…. O governo nacional considerará o seu primeiro e mais importante dever o de restaurar a unidade de espírito e propósito do nosso Volk. Preservará e defenderá os alicerces sobre os quais assenta o poder da nossa nação. Levará o Cristianismo, como base da nossa moralidade coletiva, e a família como o núcleo do nosso Volk e do nosso Estado, sob a sua firme proteção… Que Deus Todo-Poderoso agracie o nosso trabalho, dê forma à nossa vontade, abençoe a nossa visão, e dote-nos com a confiança do nosso Volk.
— Adolf Hitler, em 1º de fevereiro de 1933, dirigindo-se à nação alemã como Chanceler pela primeira vez, Volkischer Beobachter, 5 de agosto de 1935, [citado de The Holy Reich, de Richard Steigmann-Gall]

Se Nosso Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que nela edificam... A verdade desse texto foi comprovada ao observarmos a casa cujos alicerces foram lançados em 1918 e que, desde então, está em obras... O mundo não ajudará; o povo terá de ajudar-se a si mesmo, sendo a própria força a fonte da vida. Essa força o Todo-Poderoso nos deu para usarmos; para que, nela e por meio dela, possamos travar a batalha de nossas vidas... Aqueles outros anteriormente não tiveram a bênção do Todo-Poderoso – Daquele que, no fim das contas, independentemente do que o homem faça, detém em Suas mãos a decisão final. Guardai, Senhor Deus, que não hesitemos nem sejamos covardes, que não esqueçamos do dever que assumimos... Nós nos orgulhamos de que, com a poderosa ajuda de Deus, nos tornamos novamente verdadeiros alemães.
— Adolf Hitler, em um discurso em março de 1933
[Nota: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que nela edificam” vem de Salmos 127:1]

O Governo, decidido a realizar a purificação política e moral da nossa vida pública, está criando e assegurando as condições necessárias para um renascimento verdadeiramente profundo da vida religiosa... O Governo Nacional considera as duas confissões cristãs como os fatores de maior peso para a manutenção da nossa nacionalidade. Esse governo respeitará os acordos firmados entre elas e os estados federados. Seus direitos não serão violados... Será uma preocupação do Governo manter uma cooperação honesta entre Igreja e Estado; a luta contra visões materialistas e em prol de uma verdadeira comunidade nacional é tanto do interesse da nação alemã quanto do bem-estar da nossa fé cristã. O Governo do Reich, que considera o cristianismo o fundamento inabalável da moral e do código moral da nação, atribui o maior valor a relações amistosas com a Santa Sé e empenha-se em desenvolvê-las.
— Adolf Hitler, no discurso ao Reichstag em 23 de março de 1933

“A Igreja Católica julgou pestilentos os judeus durante mil e quinhentos anos, confinou-os em guetos, etc., porque reconhecia os judeus pelo que eram”... Eu reconheço os representantes dessa raça como pestilentos para o Estado e para a Igreja, e quiçá ao afastá-los das escolas e das funções públicas, esteja prestando um grande serviço ao Cristianismo.
— Adolf Hitler, 26 de abril de 1933, [citado na obra The Holy Reich, de Richard Steigmann-Gall]

Queremos, honestamente, conquistar a ressurreição do nosso povo por meio da nossa diligência, da nossa perseverança e da nossa vontade. Não pedimos ao Todo-Poderoso: "Senhor, livrai-nos!" — queremos agir, trabalhar, unir-nos como irmãos e empenhar-nos em concorrência fraternal para alcançar o momento em que possamos comparecer diante d'Ele e Lhe pedir: "Senhor, Vós vedes que nos transformamos; o povo alemão já não é o povo da desonra, da vergonha, da guerra fratricida, da covardia e da pouca fé: não, Senhor, o povo alemão tornou-se novamente forte em espírito, na vontade, na resistência, capaz de enfrentar todos os sacrifícios". "Senhor, não Vos deixaremos partir: abençoai agora a nossa luta pela liberdade; a luta que travamos pelo nosso povo alemão e pela nossa Pátria".
— Adolf Hitler, proferindo uma oração em um discurso no Dia do Trabalho, em 1º de maio de 1933.

Isso é para nós motivo de satisfação, visto que desejamos que a disputa entre as facções religiosas chegue ao fim... toda atividade política partidária será permanentemente proibida aos sacerdotes — e nos alegramos por saber o que desejam milhões de pessoas que anseiam ver no sacerdote apenas o consolador de suas almas, e não o representante de suas convicções políticas.
Adolf Hitler, em discurso aos membros da SA em Dortmund, em 9 de julho de 1933, no dia seguinte à da assinatura da Concordata.

O Nacional-Socialismo sempre afirmou estar determinado a colocar as Igrejas cristãs sob a proteção do Estado... O fator decisivo que pode justificar a existência tanto da Igreja quanto do Estado é a preservação da saúde espiritual e física dos homens, pois, se essa saúde fosse destruída, significaria tanto o fim do Estado como também o da Igreja... É minha sincera esperança que, com isso, também para a Alemanha — mediante acordo livre — tenha sido alcançado um esclarecimento definitivo das esferas de atuação do Estado e da Igreja.
— Adolf Hitler, em transmissão de rádio em 22 de julho, na véspera da eleição da Igreja Evangélica.

O fato de o Vaticano estar assinando tratado com a nova Alemanha significa o reconhecimento do Estado Nacional Socialista pela Igreja Católica. Este tratado demonstra clara e inequivocamente para o mundo, que dizer que o Nacional Socialismo [Nazismo] é hostil à religião é dizer mentira.
Adolf Hitler, 22 de julho de 1933, em carta ao Partido Nazista (citado de "O Papa de Hitler", de John Cornwell, link)

Entre as congregações das confissões protestantes, surgiu — no seio dos "Cristãos Alemães" — um movimento determinado a fazer jus às grandes tarefas da época e que visava à união das igrejas estatais e das confissões protestantes. Mesmo que essa questão não esteja propriamente a caminho de uma solução, aos olhos da história, nenhuma objeção falsa ou rebuscada poderá contestar o fato de que esse serviço foi prestado pelo movimento völkisch em um momento em que, infelizmente — como no caso da Igreja Romana —, muitos pastores e superintendentes se opuseram ao levante nacional da maneira mais desarrazoada, violenta e não raro, até fanática.
— Adolf Hitler, em discurso radiofônico ao povo alemão em 22 de julho de 1933, após uma apresentação de Parsifal — a alegoria cristã de Wagner — em Bayreuth. [extraído de The Holy Reich, de Richard Steigmann-Gall]

Acreditávamos piamente que o povo precisa e necessita desta fé. Por isso, empreendemos a luta contra o movimento ateísta, e não apenas com algumas declarações teóricas: nós o erradicamos.
— Adolf Hitler, em um discurso em Berlim, em 24 de outubro de 1933
[Esta declaração rebate nitidamente os cristãos modernos que afirmam que Hitler favorecia o ateísmo.]

Creio que a Providência jamais teria permitido que víssemos a vitória do Movimento se tivesse, enfim, a intenção de nos destruir.
Adolf Hitler, em discurso a antigos membros do Partido em Munique, em 8 de novembro de 1933.

A Igreja Alemã e o povo perfazem praticamente o mesmo organismo. Portanto, não poderia haver conflito entre Igreja e Estado. A Igreja, como tal, nada tem a ver com questões políticas. O Estado, por sua vez nada tem a ver com a fé ou com a organização interna da Igreja. A eleição de 12 de novembro seria uma expressão do corpo de fiéis, mas não da Igreja enquanto instituição.
— Adolf Hitler, em resposta a C. F. MacFarland sobre Igreja e Estado (no livro The New Church and the New Germany, link)

Ao passo que destruímos o Partido do Centrão, alem de trouxermos milhares de padres de volta à Igreja, devolvemos, para milhões de pessoas respeitáveis, a fé na sua religião e em seus sacerdotes. A união da Igreja Evangélica em uma única Igreja para todo o Reich e a Concordata com a Igreja Católica são apenas marcos no caminho que conduz ao estabelecimento de colaboração e relações proveitosas entre o Reich e as duas religiões.
— Adolf Hitler, na sua Mensagem de Ano Novo, em 1º de janeiro de 1934 

Imbuídos do desejo de garantir ao povo alemão os grandes valores religiosos, morais e culturais enraizados nas duas Confissões Cristãs, abolimos as organizações políticas, porém fortalecemos as instituições religiosas.
— Adolf Hitler, falando no Reichstag em 30 de janeiro de 1934 

Teria sido mais pertinente, honesto e cristão, em décadas recentes, não apoiar aqueles que destruíam de propósito a vida saudável, em vez de se rebelar contra os que nada mais querem senão evitar a doença. Além disso, uma política de laissez-faire nesta esfera constitui crueldade não apenas para com as vítimas individuais inocentes, mas também para com a nação como um todo... Se as Igrejas se declarassem prontas para assumir o tratamento e os cuidados daqueles que sofrem de doenças hereditárias, estaríamos bem dispostos a deixar de esterilizá-los.
— Adolf Hitler, em seu discurso de 30 de janeiro de 1934 

Vivenciamos um milagre, coisa singela, como dificilmente já se viu na história. Deus primeiro permitiu que nosso povo fosse vitorioso por quatro anos e meio; depois, Ele nos humilhou, impondo um período de ignomínia; mas agora, após quatorze anos de luta, Ele nos permitiu virar a página. É um milagre operado a favor do povo alemão... Isso prova que o Todo-Poderoso não abandonou nosso povo, que Ele o acolheu em Sua graça no momento em que este se reencontrou. E que nosso povo jamais volte a se perder — esse deve ser o nosso juramento vitalício enquanto o Senhor nos der forças para continuarmos na luta.
— Adolf Hitler, em discurso à "Velha Guarda" do Partido, em Munique, em 19 de março de 1934 

O Estado Nacional Socialista afirma a sua fidelidade ao cristianismo positivo. Será seu honesto empenho proteger as grandes Confissões Cristãs nos seus direitos, assegurando-lhes nenhuma interferência nas suas doutrinas (Lehren), ou no seu dever de harmonizar-se com os ideais e as exigências do Estado hodierno.
Adolf Hitler, em 26 de junho de 1934, aos bispos católicos, assegurando-lhes que tomaria providências contra a nova propaganda pagã.

Não, não fomos nós que abandonamos o cristianismo; foram aqueles que nos antecederam que o abandonaram. Nós apenas estabelecemos uma clara distinção entre a política — que trata das coisas profanas — e a religião, que deve ocupar-se da esfera celestial. Não houve interferência na doutrina (Lehre) das Confissões nem na sua liberdade religiosa (Bekenntnisfreiheit), nem haverá tal interferência. Pelo contrário, o Estado protege a religião, embora sempre sob a condição de que ela não seja usada como pretexto para finalidades políticas... 
O Nacional-Socialismo não é contra à Igreja, muito menos antirreligioso; pelo contrário, fundamenta-se num verdadeiro cristianismo... cujos interesses não deixam de coincidir com os nossos, tanto na luta contra os sintomas de degeneração do mundo atual quanto no combate à cultura bolchevique, aos movimentos ateístas e à criminalidade, bem como na nossa batalha por uma consciência comunitária na nossa vida nacional... Esses não são princípios anticristãos; são princípios cristãos! E acredito que, se seguirmos esses princípios, poderemos nos gabar dos nossos sucessos, pois o resultado da nossa luta política decerto não carece da bênção de Deus.
— Adolf Hitler, em discurso em Koblenz aos alemães do Sarre, 26 de agosto de 1934 

No que diz respeito às Religiões Evangélicas, pretendemos a pôr fim às divisões existentes, que se preocupam apenas com as formas de organização, e criar uma única Igreja Evangélica para todo o Reich…
E sabemos que se o grande reformador alemão [Martinho Lutero] estivesse conosco hoje, ele ficaria contente por se libertar das necessidades da sua época e, a exemplo do Ulrich von Hutten, sua última oração não seria pelas Igrejas dos Estados separados: pensaria na Alemanha e na Igreja Evangélica da Alemanha.
Adolf Hitler, em sua Proclamação no Parteitag em Nuremberg, em 5 de setembro de 1934
[Nota: Martinho Lutero plantou na Alemanha as sementes do antissemitismo violento. Saiba mais sobre o livro obsceno de Martinho Lutero. Link

Estamos reunidos neste dia para oferecer a prova simbólica de que somos mais do que um conjunto de indivíduos que lutam uns contra os outros; que nenhum de nós é orgulhoso demais, elevado demais, rico demais ou pobre demais para manifestar a sua participação, perante o Senhor e o mundo, nesta comunidade indissolúvel e comprometida. E precisamos mesmo dessa nação unida.
— Adolf Hitler, em Berlim, 1º de maio de 1935

Nos tornamos a favor, e  não contra a vontade da Providência. Enquanto formos leais, honrados e corajosos na luta, enquanto acreditarmos na nossa grande obra, sem esmorecer, continuaremos a desfrutar, da bênção da Providência.
— Adolf Hitler, em Rosenheim, na Baviera, 11 de agosto de 1935 

Apenas para que possais recorrer ao vosso Deus e suplicar-Lhe que apoie e abençoe a vossa coragem, o vosso trabalho, a vossa perseverança, a vossa força, a vossa determinação e, juntamente com tudo isso, a vossa reivindicação à vida.
Adolf Hitler, em discurso em Frankfurt, em 16 de março de 1936 

Neste mundo, o Todo-Poderoso não abandonará aquele que não desistir de si mesmo. O Todo-Poderoso sempre ajudará também aquele que ajuda a si mesmo; Ele lhe mostrará o caminho pelo qual poderá conquistar seus direitos, sua liberdade e, por conseguinte, o seu futuro.
Adolf Hitler, em discurso em Hamburgo, em 20 de março de 1936 

A Providência me fez católico, portanto, sei lidar com esta Igreja.
Adolf Hitler (palavras que teria dito em Berlim, em 1936, sobre a hostilidade da Igreja Católica em relação ao Nacional-Socialismo) 

Acredito na Providência e acredito que a Providência é justa. Portanto, acredito que a Providência sempre recompensa os fortes, os trabalhadores e os íntegros.
Adolf Hitler, em discurso às mulheres nacional-socialistas no Congresso do Partido em Nuremberg, em 1936 [11 de setembro de 1936] 

Digo que eles podem ser resolvidos; não há problema que não possa sê-lo, mas é necessária fé. Pensem na fé da qual precisei faz dezoito anos, um só solitário numa trajetória solitária. Mesmo assim, cheguei à liderança do povo alemão...
A vida é dura para muitos, mas é mais dura ainda se você é infeliz e faltar fé. Tenha fé.
Nada pode abalar a minha própria convicção.
Adolf Hitler, em Nuremberg, 12 de setembro de 1936 

Não tivemos outra oração senão esta ao long dos nossos anos de luta: Senhor, dai ao nosso povo a paz, em casa e no exterior!
Adolf Hitler, no Juramento sob a Catedral de Luz, 14 de setembro de 1936 (link)

Esta é provavelmente a primeira vez, e este o primeiro país, em que se ensina às pessoas a compreenderem que, de todas as tarefas que temos de enfrentar, a mais nobre e sagrada para a humanidade é a de que cada espécie racial deve preservar a pureza do sangue que Deus lhe concedeu...
A maior revolução promovida pelo Nacional-Socialismo foi ter arrancado o véu que nos ocultava da verdade de que todas as falhas e erros humanos decorrem das circunstâncias da época e podem, portanto, ser remediados; existe, contudo, um erro que não admite reparação uma vez cometido pelo homem: a falha em reconhecer a importância de preservar o sangue e a raça livres de miscigenação — e, com isso, preservar o aspecto e o caráter raciais, que são dádiva e obra de Deus. Não cabe aos homens questionar por que a Providência criou raças diferentes, mas sim reconhecer o fato de que ela castiga aqueles que desrespeitam a sua obra de criação...
Revendo a contemplar a grande obra realizada nesses últimos quatro anos, vocês compreenderão perfeitamente que meu primeiro sentimento é de simples gratidão ao nosso Deus Todo-Poderoso por ter-me permitido levar esse trabalho a cabo. Ele abençoou a nossa lide e capacitou nosso povo a superar os obstáculos que o cerceava na sua trajetória...
Hoje, devo agradecer humildemente à Providência, cuja graça permitiu a mim — antes um soldado desconhecido na Guerra — conduzir à vitória a luta pela restauração de nossa honra e de nossos direitos como nação.
Adolf Hitler, diante do Reichstag, 30 de janeiro de 1937 

Enquanto eles se limitarem às suas questões religiosas, o Estado não se ocupará deles. Mas, tão logo tentarem, por qualquer meio que seja — cartas, encíclicas ou de outra forma —, arrogar a si direitos que pertencem exclusivamente ao Estado, nós os obrigaremos a retomar a atividade espiritual e pastoral que lhes cabe.
Adolf Hitler, em discurso proferido em Berlim durante as comemorações do Primeiro de Maio de 1937 

Nós, nacional-socialistas, também trazemos nos nossos corações a nossa própria fé. Não podemos agir de outra forma. Nenhum homem pode moldar a história dos povos ou do mundo sem contar, em sua vontade e nas suas capacidades, com a bênção da Providência.
Adolf Hitler, a líderes nazistas em 2 de junho de 1937, conforme relatado por um correspondente do Daily Telegraph 

Eu jamais permitirei que alguém divida este povo novamente em campos religiosos, cada um lutando contra o outro…
Vocês, minha Guarda Marrom, terão como certo que este povo alemão deve seguir apenas o caminho que a Providência lhe reservou quando deu aos alemães a língua comum. Assim, avançamos com a mais profunda fé em Deus rumo ao futuro. Teria sido possível alcançar o que conquistamos sem a ajuda da Providência?
Adolf Hitler, em discurso em Regensburg, em 6 de junho de 1937 

Se seguirmos por esse caminho, como pessoas decentes, trabalhadoras e honestas, se cumprirmos nosso dever com lealdade e sinceridade, estou certo de que, no futuro assim como no passado, o Senhor Deus sempre nos ajudará. A longo prazo, Ele jamais abandona as pessoas decentes à própria sorte. Muitas vezes Ele pode colocá-las à prova, enviando-lhes tribulações, mas, a longo prazo, Ele sempre faz com que o Seu sol volte a brilhar sobre elas e, ao final, concede-lhes a Sua bênção.
- Adolf Hitler, no Festival de Ação de Graças pela Colheita em Bückeburg, realizado em 3 de outubro de 1937. 

Esta obra de Assistência de Inverno é também, no sentido mais profundo, uma obra cristã. Quando vejo — como tantas vezes vejo — moças mal-agasalhadas arrecadando doações com tamanha paciência para cuidar daqueles que sofrem com o frio, enquanto elas próprias tremem de frio, então tenho a sensação de que todas elas são apóstolas de um cristianismo — e, na verdade, de um cristianismo que pode afirmar, com mais legitimidade do que qualquer outro, ser o cristianismo de uma confissão sincera, pois por trás dele não estão palavras, e sim ações.
Adolf Hitler, falando sobre a Campanha de Assistência de Inverno em 5 de outubro de 1937

Permaneçam firmes em sua fé, como nos anos anteriores. Nessa fé, e na unidade sólida que ela proporciona, nosso povo hoje segue resolutamente o seu caminho, e nenhuma força na Terra será capaz de detê-lo.
Adolf Hitler, em discurso em Coburg, em 15 de outubro de 1937

Neste momento, pediria ao Senhor Deus apenas isto: que, assim como no passado, também nos anos vindouros Ele conceda Sua bênção ao nosso trabalho e à nossa ação, ao nosso discernimento e à nossa determinação; que Ele nos proteja de toda soberba e de toda servidão covarde; que Ele nos permita encontrar o caminho reto que Sua Providência traçou para o povo alemão; e que Ele sempre nos dê a coragem de fazer o que é certo, de jamais vacilar, de nunca esmorecer diante da violência ou do perigo... Estou convicto de que as pessoas, criadas por Deus, devem viver em conformidade com a vontade do Todo-Poderoso... Se a Providência não nos tivesse guiado, muitas vezes eu jamais teria trilhado esses caminhos íngremes... É assim que nós, Nacional-Socialistas, também guardamos a nossa fé no âmago dos nossos corações. Não podemos agir de outra forma: nenhum homem pode moldar a história mundial ou a história dos povos a menos que sobre esse seu propósito e as suas forças repouse a bênção dessa Providência.
Adolf Hitler, em discurso em Würzburg, em 27 de junho de 1937

O Nacional-Socialismo não é um movimento de culto — de adoração -- e sim uma doutrina política völkisch (de caráter étnico-popular) baseada em princípios raciais. No seu propósito não há culto místico, e sim o cuidado e a liderança de um povo definido por um vínculo de sangue compartilhado... Não permitiremos que pessoas de inclinação mística e ocultista, apaixonadas por explorar os segredos do mundo além, se infiltrem em nosso movimento. Tais pessoas não são nacional-socialistas, mas algo diferente — em todo caso, algo que nada tem a ver conosco. À frente de nosso programa não figuram cismas secretas, e sim uma percepção nítida e uma profissão de fé direta. Mas, visto que estabelecemos como ponto central dessa percepção e dessa profissão de fé a preservação — e, consequentemente, a segurança futura — de um ser criado por Deus, servimos assim à preservação de uma obra divina e cumprimos uma vontade divina; não na penumbra secreta de um novo templo, mas abertamente, diante do Senhor... Nossa adoração consiste exclusivamente no cultivo do natural e, por essa razão — por ser natural —, é também querida por Deus. Nossa humildade é a submissão incondicional às leis divinas da existência, na medida em que nos são conhecidas como seres humanos.
Adolf Hitler, em Nuremberg, dia 6 de setembro de 1938.
[Cristãos sempre acusaram Hitler de acreditar em mitologia pagã. Aqui, ele expressa claramente sua posição contra os cultos e reforça seus pontos de vista cristãos.]

Assim, uma das crises mais graves da Europa chegará ao fim, e todos nós, não só na Alemanha, mas também muito além das nossas fronteiras, poderemos, pela primeira vez neste ano, realmente celebrar o Natal. Deverá ser para todos nós uma verdadeira Festa da Paz…
Adolf Hitler, em Berlim, 5 de outubro de 1938
[Esta declaração contesta alguns que afirmam que Hitler proibiu o Natal.]

Deus ajuda apenas aqueles que estão preparados e determinados a ajudar a si mesmos.
Adolf Hitler, 6 de novembro de 1938, Weimar

O Movimento Nacional-Socialista realizou este milagre. Se o Deus Todo-Poderoso concedeu êxito a esta obra, então o Partido foi o Seu instrumento.
Adolf Hitler, em sua proclamação ao povo alemão dia 1º de janeiro de 1939 

Talvez estejamos, de fato, em melhores condições do que outras gerações para compreender o pleno significado daquelas palavras piedosas: "Pela graça de Deus, que mudança".
Entre as acusações dirigidas à Alemanha nas chamadas democracias, uns alegam que o Estado Nacional-Socialista é hostil à religião. Em resposta a essa acusação, gostaria de fazer, perante o povo alemão, a seguinte declaração solene:

1. Ninguém na Alemanha foi perseguido por causa de suas convicções religiosas, e ninguém será assim perseguido no futuro... As Igrejas são as maiores proprietárias de terras, segundo-colocados após o Estado... Além disso, a Igreja no Estado Nacional-Socialista é favorecida de várias maneiras no que diz respeito à tributação e goza de isenção fiscal sobre doações, legados, etc.

2. É, portanto — sem exagero — um desplante ver políticos, sobretudo estrangeiros, ousarem falar de hostilidade à religião no Terceiro Reich... Permito-me fazer apenas uma pergunta: quantas contribuições a França, a Inglaterra ou os Estados Unidos fizeram, neste mesmo período, através do Estado e com recursos públicos?

3. O Estado Nacional-Socialista nem sequer fechou uma igreja, tampouco impediu a realização de cultos religiosos, nem jamais exerceu influência alguma sobre a forma de um culto religioso. Não exerceu pressão alguma sobre a doutrina ou a profissão de fé de qualquer das religiões. No Estado Nacional-Socialista, toda pessoa é livre para buscar a sua salvação à sua maneira... Existem dezenas de milhares de sacerdotes de todas as confissões cristãs que cumprem os seus deveres eclesiásticos tão bem — quem sabe até melhor — do que os agitadores políticos, sem entrarem em conflito com as leis do Estado... Este Estado interveio apenas uma vez na organização interna das Igrejas: quando eu mesmo, em 1933, tentei unir as Igrejas Protestantes fracas e divididas dos diferentes Estados numa única, grande e poderosa Igreja Evangélica do Reich. Essa tentativa não vingou devido à oposição dos bispos de alguns Estados; logo, foi abandonada. Pois, em última análise, não é nossa tarefa defender ou sequer fortalecer a Igreja Evangélica lançando mão da violência contra os seus próprios representantes... Mas, quanto a um ponto, é bom que não haja incerteza: protegeremos o sacerdote alemão enquanto servo de Deus; destruiremos o sacerdote qual inimigo político do Estado alemão.
Adolf Hitler, discurso no Reichstag dia 30 de janeiro de 1939
[Essa última frase resume a posição de Hitler sobre o sacerdócio. Em vez de defender o ateísmo, como os cristãos atuais gostariam, Hitler atacava o sacerdócio apenas se este se opusesse à sua linha política.]

Se o cristianismo positivo significa o amor ao próximo — isto é, cuidar dos doentes, vestir os pobres, alimentar os famintos e dar de beber aos sedentos —, então somos nós os cristãos mais positivos. Pois, nessas áreas, a comunidade do povo da Alemanha Nacional-Socialista realizou uma obra extraordinária.
Adolf Hitler, em seu discurso à “Velha Guarda” em Munique, em 24 de fevereiro de 1939.

Ajuda-te a si mesmo, e Deus também te ajudará!
O povo alemão foi criado pela Providência não para obedecer a uma lei que convém aos ingleses ou aos franceses, e sim para defender o seu direito vital. É para isso que aqui estamos!
Adolf Hitler, em Wilhelmshaven, 1º de abril de 1939 

Só posso dar vazão aos meus sentimentos mais profundos num humilde agradecimento à Providência, que me chamou e me concedeu — a mim, outrora um soldado desconhecido da Grande Guerra — a oportunidade de subir à posição de Líder do meu povo, que me é tão caro.
A Providência me mostrou o caminho para liberar nosso povo do abismo da sua miséria, sem derramamento de sangue, e para elevá-lo novamente a outro patamar. A Providência me permitiu que  cumprisse a missão da minha vida: erguer o meu povo alemão do abismo da derrota e libertá-lo das amarras da mais ultrajante sujeição de todos os tempos...
Me senti chamado pela Providência para servir exclusivamente ao meu povo e livrá-lo da sua terrível miséria.
—  Adolf Hitler, perante o Reichstag, 28 de abril de 1939

Como Führer do povo alemão e Chanceler do Reich, posso agora agradecer a Deus por Ele nos ter abençoado tão maravilhosamente na nossa árdua luta pelo que é nosso de direito, e rogar-Lhe que nós e as demais nações encontremos o caminho certo, para que não apenas o povo alemão, mas toda a Europa, possa voltar a receber a bênção da paz.
Adolf Hitler, diante do Reichstag, 6 de outubro de 1939 

Nunca perdi a minha crença, em meio aos reveses que me sobraram a longo da minha luta. A Providência teve a última palavra e me trouxe o sucesso.
Adolf Hitler, discurso de 23 de novembro de 1939

Seria mais fácil o Diabo ir à igreja e se persignar com água benta do que essas pessoas compreenderem as ideias que, atualmente entre nós são fatos evidentes.
Adolf Hitler, 10 de dezembro de 1940, em Berlim

O conceito do novo movimento — cujos fundamentos se resumem em uma única frase: “O Senhor ajuda aos que ajudam a si mesmos” — ficou na oposição. Essa não é mera frase piedosa, mas também muito justa. Pois não se pode presumir que Deus exista para ajudar as pessoas covardes e preguiçosas demais para ajudar a si mesmas, que dirá imaginar que Ele exista apenas para preencher a fraqueza da humanidade. Nada disso. Ele sempre e eternamente, abençoou apenas aqueles dispostos a travar as suas próprias batalhas...
A Providência não nos conduziu por esses caminhos extraordinários em vão. No dia em que o partido foi fundado, recordei que a nossa nação já havia alcançado vitórias imensas. Depois, tornou-se ingrata e desunida, e pecou contra si mesma. Logo, foi punida pela Providência. Merecemos a nossa derrota. Se uma nação se esquece de si mesma tão completamente quanto a nação alemã fez naquela época, se achar que pode descartar a honra e a boa-fé, à Providência não resta outra alternativa senão a de ensinar-lhe uma lição dura e amarga. Mas, mesmo naquela época, acreditávamos que, tão logo a nossa nação se reencontrasse, voltaria a ser laboriosa e honrada, e que cada alemão se empenharia sobretudo pela sua nação e não por si mesmo — colocando os interesses da comunidade acima dos seus próprios interesses pessoais, com toda a nação voltando a granjear um grande ideal e arriscar tudo por esse ideal —, chegaria a hora em que o Senhor declararia o fim das nossas provações.
Se o destino voltar a nos chamar ao campo de batalha, a bênção da Providência estará com aqueles que a mereceram mediante anos de trabalho árduo. Ao comparar a mim mesmo e aos meus oponentes de outros países sob a ótica da história, não temo o veredito sobre nossas respectivas mentalidades. Quem são esses egoístas? Cada um deles defende apenas os interesses de sua classe. Por trás de todos eles estão o judeu ou os seus próprios magnatas do dinheiro. Não passam de gananciosos, vivendo dos lucros desta guerra. Disso não pode advir nenhuma bênção. Resisto a essas pessoas como simples defensor do meu país. Acredito que a nossa luta um dia será abençoada pela Providência, assim como tem sido abençoada até agora.
Adolf Hitler, em Munique, 24 de fevereiro de 1941

Mas aquele que ousa usar a palavra “Deus” para tal atividade diabólica blasfema contra a Providência e, segundo a nossa crença, não pode terminar senão na destruição.
Adolf Hitler, falando sobre os judeus e os “incitadores de guerra” internacionais, em 4 de maio de 1941, diante do Reichstag.

Eu não queria esta luta. Desde janeiro de 1933, quando a Providência me confiou a liderança do Reich Alemão, visualizei um objetivo essencialmente incorporado ao programa do nosso partido Nacional-Socialista. Nunca traí esse objetivo e jamais abandonei o meu programa...
Somente quando o povo alemão inteiro se transformar em uma só comunidade de sacrifício poderemos nutrir a esperança de que o Deus Todo-Poderoso nos ajude. O Todo-Poderoso jamais ajudou ao preguiçoso. Ele não ajuda o covarde. Ele não ajuda um povo que não consegue ajudar a si mesmo.
Aqui se aplica o princípio: ajudem a si mesmos e o Deus Todo-Poderoso não lhes negará a Sua assistência.
Adolf Hitler, numa radiodifusão de Berlim, 3 de outubro de 1941

Se a Providência assim determinou — que o povo alemão não fosse poupado desta luta —, então só posso sentir gratidão por ela ter-me confiado a liderança nesta batalha histórica que, pelos próximos 500 ou 1.000 anos, será descrita como decisiva, não apenas para a história da Alemanha, mas para toda a Europa e, de fato, para o mundo inteiro. O povo alemão e seus soldados trabalham e lutam hoje não apenas pelo presente, mas pelas gerações vindouras — ou melhor, pelas mais remotas no porvir. Uma revisão histórica em escala jamais vista foi-nos imposta pelo Criador...
Mais uma incursão contra este reduto da cultura europeia partiu do distante Oriente. Uma torrente terrível de hordas bárbaras e incultas lançou-se do interior da Ásia em direção ao coração do continente europeu, incendiando, saqueando e assassinando — um verdadeiro flagelo do Senhor...
Desde os idos em que o Movimento contava com apenas sete homens até assumirmos o poder em janeiro de 1933, a trajetória foi tão milagrosa que somente a própria Providência, com a sua bênção, poderia tê-la tornado possível...
Que os nossos inimigos não se iludam: nos dois mil anos de história alemã que conhecemos, o nosso povo jamais esteve tão unido como hoje. O Senhor do Universo tratou-nos tão bem nos últimos anos que nos curvamos em gratidão a uma Providência que nos permitiu ser membros de uma nação tão grandiosa. Agradecemos-Lhe por também pela honra de podermos ser inscritos no livro eterno da história alemã!
Adolf Hitler, em 11 de dezembro de 1941, perante o Reichstag

Minha fama, se a Providência preservar a minha vida, consistirá em... obras de paz, que ainda pretendo criar. Mas penso que, se a Providência já dispôs que eu possa realizar o que deve ser feito segundo a vontade insondável da Providência, então posso, ao menos, pedir à Providência que me confie o fardo desta guerra, que o coloque sobre mim. Eu o vencerei! Não me esquivarei de nenhuma responsabilidade; a cada hora... assumirei esse fardo. Arcarei com toda responsabilidade, assim como sempre as assumi.”...
Assim, não é preciso alertar a frente interna, e a oração desse sacerdote do diabo — o desejo de que a Europa seja punida com o bolchevismo — não se realizará; em vez disso, realizar-se-á a oração: “Senhor Deus, dai-nos forças para preservarmos a nossa liberdade para os nossos filhos e para os filhos dos nossos filhos, não apenas para nós mesmos, mas também para os outros povos da Europa; pois esta é uma guerra que todos travamos — desta vez, não apenas pelo nosso povo alemão. Trata-se de uma guerra por toda a Europa, e por isso mesmo, no fim das contas, pela humanidade.”
Adolf Hitler, 30 de janeiro de 1942, em Berlim (repare na oração no final do discurso).

Que Deus, portanto, nos dê forças para continuar cumprindo o nosso dever e, com esta oração, inclinamo-nos em homenagem aos nossos heróis mortos, àqueles que eles deixaram em luto e a todas as demais vítimas desta guerra.
Adolf Hitler, em oração ao final de um discurso radiofônico em 15 de março de 1942.

Eu, por minha vez, reconheço outro preceito que diz que o homem deve desferir o golpe de misericórdia naqueles cuja queda foi decretada por Deus.
Adolf Hitler, em discurso no Reichstag, 6 de abril de 1942

A meu ver, o ano de 1942 já deixou para trás a prova mais decisiva para o nosso povo. Refiro-me ao inverno de 1941 para 1942. Permitam-me dizer que, naquele inverno, o povo alemão — e, em particular, a sua Wehrmacht — foi pesado na balança pela Providência. Nada de pior pode ou irá acontecer. O fato de termos superado aquele inverno, aquele "inverno russo"; de as frentes alemãs terem, enfim, resistido; e de termos conseguido avançar novamente nesta primavera — ou melhor, no início deste verão —; isso, creio eu, é a prova de que a Providência se agradou do povo alemão...
Vocês não imaginam o que se esconde por detrás dessas palavras em termos de heroísmo humano, ou de dor e sofrimento — e, podemos dizer, muitas vezes também de angústia; naturalmente, uma angústia mortal por parte de todos aqueles que, especialmente pela primeira vez, se veem diante da prova divina neste tribunal supremo.
Adolf Hitler, 30 de setembro de 1942, em Berlim

E hoje mantenho essa mesma opinião. O destino, ou a Providência, dará a vitória àqueles que mais a merecerem…
E agora, depois de 10 anos, ao revisitar aqueles tempos, posso afirmar que a Providência jamais concedeu mais sucessos a povo algum do que o nosso. Os milagres que alcançamos nos últimos três anos, frente a um mundo inteiro de inimigos, são inéditos na história, especialmente considerando as crises que, é claro, enfrentamos com frequência nestes anos.
Adolf Hitler, em Munique, 8 de novembro de 1942

A bomba colocada pelo Coronel von Stauffenberg explodiu a dois metros à minha direita. Feriu gravemente vários colegas de muita estimação; um deles faleceu. Eu mesmo saí completamente ileso, exceto por algumas pequenas escoriações, contusões e queimaduras. Interpreto isso como uma confirmação de que a Providência deseja que eu prossiga com a missão da minha vida, tal como tenho feito até agora.
Poucos conseguem imaginar o destino que teria recaído sobre a Alemanha caso a tentativa de assassinato tivesse vingado. Eu mesmo agradeço à Providência e ao meu Criador, não por terem me preservado — pois a minha vida consiste apenas em preocupação e trabalho pelo meu povo —, mas sim por me permitirem continuar a carregar esse fardo de preocupações e a prosseguir com o meu trabalho da melhor maneira que posso.
Mais uma vez, aproveito esta oportunidade para saudar meus antigos camaradas de armas, feliz por ter escapado, mais uma vez, de um destino que, embora não me aterrorizasse pessoalmente, teria tido consequências terríveis para o povo alemão. Interpreto isso como um sinal da Providência de que devo continuar meu trabalho, e, portanto, continuarei.
Adolf Hitler, falando sobre a tentativa de assassinato contra ele, em uma transmissão de rádio em 20 de julho de 1944

Deus Todo-Poderoso criou a nossa nação. Ao defender a sua existência, defendemos a Sua obra...
Apenas Aquele que me chamou para este dever pode dele me libertar. Estava nas mãos da Providência eliminar-me através da bomba que explodiu a apenas um metro e meio de mim, a 20 de julho, e assim pôr fim à obra da minha vida. O fato de o Todo-Poderoso me ter protegido nesse dia, considero uma reafirmação da missão que me foi confiada...
Por isso, neste décimo segundo aniversário da ascensão ao poder, é ainda mais necessário fortalecer o coração como nunca antes e armar-nos de uma santa determinação para empunhar a espada — onde quer que seja e quaisquer que sejam as circunstâncias — até que a vitória final coroe os nossos esforços...
Seguirei doravante este caminho, defendendo sem transigir os interesses do meu povo, indiferente a toda miséria e perigo, e repleto da santa convicção de que Deus Todo-Poderoso não abandonará aquele que, durante toda a sua vida, não teve outro desejo senão salvar o seu povo de um destino que jamais merecera — nem em virtude de seu número, nem por sua importância... 
Ao nos comprometermos uns com os outros, temos o direito de nos apresentar diante do Todo-Poderoso e pedir-Lhe Sua graça e Sua bênção. Nenhum povo pode fazer mais do que isto: que todos os que podem lutar, lutem; que todos os que podem trabalhar, trabalhem; e que todos façam sacrifícios em comum, movidos por um único pensamento: salvaguardar a liberdade e a honra nacional e, assim, o futuro da vida.
Adolf Hitler, em discurso radiofônico, 30 de janeiro de 1945

A Providência não oferece misericórdia às nações fracas; reconhece apenas o direito à existência das nações sadias e fortes...
A essa aniquilação judaico-bolchevique das nações, e aos seus agentes da Europa Ocidental e da América, só se pode responder de uma maneira: empregando cada gota de força, com o fanatismo extremo e a obstinada firmeza que o Deus misericordioso concede aos homens em tempos difíceis para a defesa de suas próprias vidas...
Sofremos tanto que isso só nos tempera numa determinação fanática de odiar nossos inimigos mil vezes mais e de tomá-los pelo que realmente são: destruidores de uma cultura eterna e aniquiladores da humanidade. Desse ódio nasce uma vontade sagrada de enfrentar e esmagar esses destruidores da nossa existência com toda a força que Deus nos deu. Ao longo de sua história de 2.000 anos, nosso povo sobreviveu a tantos momentos terríveis que não temos dúvidas de que também venceremos a nossa atual adversidade.
Adolf Hitler, em discurso radiofônico gravado, 24 de fevereiro de 1945

FONTES:

Baynes, Norman H. (Org.). “The Speeches of Adolf Hitler, April 1922-August 1939” [Os Discursos de Adolf Hitler, abril de 1922 – agosto de 1939], Vol. 1 de 2, Oxford University Press, 1942

Cornwell, John. “Hitler’s Pope: The Secret History of Pius XII” [O Papa de Hitler: A História Secreta de Pio XII], Viking, 1999

Steigmann-Gall, Richard. “The Holy Reich: Nazi conception of Christianity, 1919-1945” [O Reich Sagrado: A concepção nazista do cristianismo, 1919-1945], Cambridge University Press, 2003

Online:

Discursos de Adolf Hitler em http://www.adolfhitler.ws/ [este site parou de funcionar]

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[Não sei o que aconteceu com Jim. O site dele, nobeliefs.com parou de funcionar alguns anos atrás e perdi o contato com o ferrenho pesquisador. Ofereço essa tradução em sua homenagem e no intuito de revelar verdades mesmo se inconvenientes para as correntes místicas, nacionalsocialistas ou que apregoam o  coletivismo racial — HP ]





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