sexta-feira, 10 de novembro de 2023

Consequências inesperadas nº 13, Armas

 

Recompra de armas, compra de dormideiras, multar montadoras (link)

A que mais interessa é a recompra de armas pelo governo da Califórnia logo antes do colapso do Bush. Brasileiro de malícia, que não nasceu ontem, recorda que o governo Lula em 2003 teve essa maravilhosa ideia de usar dinheiro alheio para comprar lazarinas e garruchas enferrujadas a preço fixo. Interessante mesmo é procurar no Google por essa recompra de armas de 2003. O Google atirou todos os registros desse programa petista no buraco de memória 404 - mesmo prédio da Sala 101 no Ministério do Amor - (link). Só que o Google ainda alerta "atividade suspeita" no buscador de quem procurar "Lula, armas, 2003". Siliga. 

Enfim, os saqueadores gringos copiaram a ideia do Lula 5 anos depois e o tiro, pra variar, saiu pela culatra. No mesmo ano de 2008 houve colapso geral da economia americana graças ao Bush Filhoda estimular confiscos de imóveis por parte dos policiais caretas sob pretexto de ali crescerem matagais de deixar admirado até o Bezerra da Silva. Voltaram os "Hoovervilles" (cracolândias) dos anos 30 e os eleitores pararam de votar em crente branco. Menos mal. 

Essa das dormideiras no Afeganistão é repeteco do governo Nixon--o mesmo governo que inventou e exportou o Fundo Partidário que subsidia partidos comunistas, fascistas e nazistas mas NÃO libertários. Apareceu nos gibis canadenses do Harold Hedd. (link) Os nazifascistas do Nixon pagavam os mexicanos para queimar as plantações de sativa. Isso faziam, mas só depois das colheitas... da erva e dos subsídios!

Na dos automóveis, tudo quanto é carro virou picape para evitar a fiscalização e as multas. É isso que dá interferir com a energia nuclear. 

***

Leitura: Continuo recomendando Colapso de Arthur Hailey. Inreressante é procurar esse livro no Google. Só aparecem romances fake com o mesmo nome, mas não se iluda. Colapso em português é Overload em inglês e explica as táticas do econazismo no sentido de proibir toda e qualquer fonte de energia e potência elétrica que não as imaginárias. Quem procura, acha. 

***



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terça-feira, 7 de novembro de 2023

Como Funciona a MIGRA

 

Explicação dos direitos que o réu possui no foro da imigração nos EUA. 

A clareza deste vídeo é excepcional. O advogado que disponibilizou prestou um valioso serviço aos que caem na malha fina dessa fiscalização. Muita gente imagina que todo e qualquer um pode entrar de penetra, pedir asilo e ser recebido como realeza com mil mordomias - mas não é nada assim. Existem centenas de regras que dependem de tudo quanto é circunstância. Para começar a acompahar essa apresentação em inglês é boa ideia dar uma lida nas leis da imigração brasileiras

A Lei n. 13.445, de 24 de maio de 2017, disciplinou a migração no Brasil e estabeleceu princípios e diretrizes para as políticas públicas para o imigrante. Também a nova Lei de Migração substituiu a Lei n. 818/49. Esse linguajar é o que os intérpretes americanos que facilitam a vida do réu lêem para traduzir os conceitos, comparando as leis americanas às do Brasil, Portugal, Angola e demais países lusófonos. (link

Advogados brasileiros também colocam online explicações sobre como funcionam e mudam essas leis. Vale a pena visitar esses sites. Quem quer saber de pedir asilo na condição de refugiado lá fora pode consultar o que se aplica aos de fora que vêm ao Brasil em situação semelhante. (link) A grande diferença é que pouca gente imagina que pode entrar de penetra no Brasil e ser acolhido com mordomias, pensão e emprego. Pelo fato de cinema, boatos, conversa fiada e lorotas transmitirem uma imagem inverídica dos EUA, aquele governo se sente quase que sitiado. (link) Na fronteira apinham retirantes de poucas letras e muitas crendices - e gente armada cujo serviço é de interceptá-los, mandar de volta ou colocar em processo.

Resultou mudança. Quem diz que quer fugir do pau-de-arara do DOPS e passa por Guatemala, Nicaragua, Honduras, México e afins antes de chegar à fronteira americana - sem pedir proteção de nenhum desses países - não convence os fiscais. Políticos e eleitores também suspeitam que nisso há arrivistas e aproveitadores que procuram não escapar de uma ditadura do tempo do Nixon e sim se valer das oportunidades de o que resta da liberalidade econômica dali. Essa liberalidade foi extinguída nos países que importaram as piores leis exportadas pelos americanos e europeus.  Poucos sabem que quem entra, é deportado e torna a entrar pode ser multado, julgado e condenado a pena de reclusão, e ainda deportado outra vez. 

Aproveite esses recursos antes de imaginar que basta afiançar a soltura do réu para livrá-lo desse aperto. Muitas causas na migra não são afiançáveis e outras tantas nem podem pedir asilo ou saída voluntária. E quem preenche formulário de asilo com mentiras recebe impedimento vitalício contra poder pedir visto ou outros benefícios dessas leis. Quem não entende esses fatos pode, sem querer, causar prejuízo aos parentes e próximos. Comprar passagem própria e ir embora sem ficha de deportado pode muitas vezes ser a melhor solução disponível. 

***

Leitura: A Moeda e a Lei, de Gustavo Franco conta a história monetária do Brasil de 1933-2013.  Tem na Amazon (link) e na Estante Virtual (link). O presidente americano Herbert Hoover usou com fanatismo os recursos do governo para confiscar, multar, incarcerar e balear o povo por causa da lei seca contra cerveja aguada, vinho e toda e qualquer coisa mais forte. O resto do mundo viu tal coisa na Russia, que decretou coisa semelhante em julho de 1914. Menos de 4 anos depois toda a família real foi massacrada e o país dominado pelo socialismo coercitivo e saqueador. Os EUA proibiram muitas drogas e bebida entre 1914 e 1920 com leis pra chinês ver. Mas com a cobrança ríspida dessas leis desde março de 1929, até março de 1933 toda a economia americana desabou e o comunismo aumentou em 700%. A economia alemã se despedaçou em hiperinflação em 1923, pois o Tratado de Versalhes interferiu com sua exportação de várias drogas, além de cobrar tributo de guerra.(link

Se lembra de alguém mencionar isso antes?

Mas foi apenas o começo. O governo Hoover em junho e julho de 1931 ajudou a Liga das Nações a interferir ainda mais na indústria farmacêutica alemã. Ações, debêntures, bancos e o marco alemão caíram feito viadutos. A indústria do país, no desespero, passou a financiar um partido xenófobo, religioso e briguento. Dezoito meses depois, Adolf Hitler foi elevado ao cargo de chanceler. Em 1986 Reagan, Bush e Biden exportavam esse mesmo tipo de proibicionismo, que levou à crise de 1987 a 1992 repetida na crise de 2008 a 2013. Ninguém esperava que novas leis proibindo a produção e o comércio com confiscos, multas, cárcere e tiros destruiriam as economias da América do Sul. Mas o livro do Gustavo Franco retrata a verdade de ano em ano desses colapsos. Repare que os colapsos acompanham a exportação da violência suntuária que levou às Guerras do Ópio e com tempo afundou a China na areia movediça comunista. Os EUA impediram e deportaram migrantes chineses também.



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sexta-feira, 6 de outubro de 2023

Arrastão Americano!

 

Arrastão é moda na Califórnia anti-lisérgica do Ronald Reagan e Richard Nixon (link)

A revista Reason existia em 1968, distribuindo cópias mimeografadas da defesa dos direitos individuais e da liberdade de produção, comércio e empreendimento. Só que o Partido Republicano, sigla G.O.P de God's Own Prohibitionists, declara que tudo isso é pecado, crime, ofensa aos bons costumes. Bom mesmo é cidadão aprender a seguir o exemplo do Nixon, Reagan, Ford, Bush Pai e Bush Filhoda... confisco, apreensão, saque de arma na mão. E na Califórnia num deu outra! É arrastão para nenhum governo carioca botar defeito. Se derrubar a economia, azar!

LETRA 
Lá ia eu, fazendo o meu footing
Só na minha, com a bengalinha
Pia só que inocênte!  

Mas sou apenas ser humano, é verdade, sim,
Vê se pode, deixam mala num carrim?
Não tive escolha, vc acredita em mim?
Eu sondo a barra verifico duas vezes, sim!

Mas, olha o que você me fez fazer
Olha só que você me fez fazer
Olha só que você me fez fazer
Olha o que você acabou de me fazer...

Eles não querem roubar uísque, tá?
Mas quer alimentar a família já
Meu recém-nascido adora o papai
Mas o menino gosta de Johnny Blue e vai

Vai querer que não quebre todo esse vidro?
Tá dando sopa o iPhone 14 Max pra quê?
Vai querer defender direito e e bens porquê?
Eu sondo a barra e verifico duas vezes, hmm

Ooh, saca o que eu sempre vou fazer
Ooh, saca o que eu sempre vou fazer
Ooh, saca o que eu sempre vou fazer
Saquear é que eu gosto de fazer

Quem é bom de legendar pode aproveitar. Baixe da Reason o original em HD e compartilhe comigo que coloco no Youtube. 

*-*-*

Leitura: A Guerra Do Fim Do Mundo é a versão brasileira do caso do Conselheiro e da Guerra de Canudos recontado pelo peruano libertário Mario Vargas Llosa. A tradução é impressionante! Baixo no Kindle ou celular.  (link)



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quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Os Beatles, mutatis Mutantes

 

George Harrison em entrevista gravada

--Olha, houve uma grande mudança em 1966, especialmente para John e eu, isso porque um dentista com quem jantávamos colocou esse LSD no nosso café. Veja bem, as pessoas que já experimentaram vão entender do que eu estou falando. E as pessoas que nunca tomaram não terão a mínima noção, pois é coisa que transforma a pessoa. 

--Depois disso eu nunca mais precisei repetir. É esse o tal negócio - não há necessidade de tomar duas vezes. 

--Você só tomou uma vez? 

--Ah não. Já tomei diversas vezes. (Risadas) Mas só precisei de tomar uma única vez. 

*-*-*

George Harrison nasceu durante a Segunda Guerra Mundial.

The Man I Married foi filmado em 1940, antes de a força-tarefa japonesa acabar com a neutralidade americana. O filme inteiro está no Youtube. É claro que é propaganda, e omite muito fato econômico dos que até hoje não se fala. Mas o retrato de como o nacionalsocialismo cristão definia a bondade (ou falta dessa) da pessoa humana em termos de coletivismo racial e fé cega bate com o que a gente presencia no ano 2023. (link)

Northern Pursuit, com Errol Flynn no papel do mocinho, retrata nas entrelinhas o ressentimento canadense contra o ex-presidente americano e engenheiro de mineração Herbert Hoover. Quando foi filmado em fins de 1943,  europeus, americanos, canadenses e australianos (Flynn nasceu na Tasmânia) já eram aliados na guerra. Só que antes disso foi o proibicionismo fanático dos republicanos que, exportado com a ajuda do Hoover para a Alemanha em julho de 1931, quebrou também a economia daquele país. No desespero, os industrialistas financiaram o partido nacionalsocialista liderado pelo coletivista racial Hitler. Antes da entrada na guerra, Hoover criticou a ajuda que o Franklin Roosevelt deu aos ingleses. No filme, o artista Gene Lockhart é o vilão sósia do Hoover. Mexe com mineração e atua como colaborador com o nazismo cristão. Na cerimônia de posse de 1929, Hoover se gabou de que "Estamos aos poucos criando uma nova raça..." Os canadenses não se esquecem de quem deu apoio ao inimigo. (link)

*-*-*



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sábado, 9 de setembro de 2023

Partido Libertário reduz etilomania

Site conservador admite que jovens bebem menos (link)
Dos Baby Boomers, Gen X, Y e Z , a primeira e a última tiveram accesso aos psicodélicos.

Desde 1966 a juventude americana preferiu lisérgico à bebida. E na cultura da juventude tratava-se de das duas, uma. Aliás, careta chegado à cerveja ou birita ganhou apelido de "juice freak" sendo juice toda e qualquer bebida alcoólica. Quem tinha 16-17 anos não podia votar nem comprar cerveja, mas levar tiro no Vietnã tentando matar ateus tornar-de-ia obrigatório ao completar os dezoito anos. Isso nada tinha a ver com o livre comércio. Os EUA padeciam de abstenteísmo bedelho desde a época das guerras do ópio. Lysander Spooner chamou atenção - em Vícios Não São Crime (link) - às leis do estado de Massachussetts que, em 1875, após a abolição parcial da escravatura, proibiam a compra de rum por adultos e ao mesmo tempo permitiam a prostituição de crianças de dez anos.(link)

Resultou que aos 17 anos a geração pós-guerra comprava ácido mais barato e com mais facilidade do que cerveja. O produto servia para curar o alcoolismo que havia aumentado durante a era proibicionista de 1920 até fins de 1933, quando as destiladoras e cervejarias compraram políticos para nunca mais os fanáticos conseguirem proibir de novo. E se o resultado desse investimento fosse a proibição de toda e qualquer droga capaz de substituir o álcool - como faziam os estupefacientes, estimulantes e eufóricos do tempo da autocracia seca - melhor para eles. Só que a rapaziada dos anos 60 não queria estupefaciente etílico ou opiáceo e sim psicodélicos. Estes nasciam nos pastos, nos caatingais e desertos e nos laboratórios empreendedores que substituiram os alambiques da era proibicionista anterior. 

Da mesma forma deram um jeito de prender e condenar o inofensivo professor libertário da Havard U., que escapou foragido, voltou, e foi enjaulado e abusado como no capítulo do 1984 de George Orwell. 

Reagan proibiu o Lysergsaure-diathylamid enquanto governador da Califórnia. Timothy Leary concorreu ao cargo, com John Lennon e Yoko seus cabos eleitorais e "Come Together" o hino da campanha. A cleptocracia careta caiu de algemas em cima do psicólogo e pressionou os demais países a copiar essa repressão. Só que em 1973 o partido Libertário incluiu a revogação desse proibicionismo e do poderio desdde 1873 de escravizar moça grávida. O controle da natalidade foi liberado em janeiro de 1973 e teve início a campanha para revogar as leis anti-psicodélicas (anti-psicodisléticas, em caretês repressionista). 

Não dava para disfarçar que psicodélico, além de não ser tóxico, ainda aumenta a capacidade funcional da pessoa - exatamente o contrário do efeito do álcool, barbitúricos e estupefacientes que provocam torpor. O segundo grupo, Geração X, aos 16 anos no reino do Nixon, nunca viu psicodélico exceto cogumelo, que misteriosamente desapareceu do sul dos EUA nos anos 80, como se algum veneno fosse adicionado à ração de gado para eliminar esse concorrente.  À geração Y, mutatis mutandis, so restava o inebriante veneno protoplásmico, e pena de reclusão por causa de folhas de planta. Daí o aumento no seu consumo de álcool comparado com as demais faixas etárias.

Só que quando os Y faziam 16 anos em 1996, os Boomers já eram quarentões com poder econômico e dos seus numerosos votos. Da Revolta de Atlas e do partido libertário tinham conhecimento e com isso, apesar dos infiltradores nocivos, engrossaram os cordões do voto libertário - até por uma questão de livrar seus filhos dos perigos de fanático religioso mandando meganha armado lançar mão da agressão letal. Esse poder legiferante e revogador alavancado dos votos de sangria, divulgado em 2007, aliado à crise de 1987 e colapso de 2008 provocados pelo fomento Reagan-Biden-Bush2 do confisco de bens sob pretexto de repressionismo, tomou embalo. Proibir o comércio liberal destrói a economia, dãã! Só que o proibicionismo a mão armada também mata as pessoas direta e indiretamente! Dá para perceber?

Lembra do ódio à liberdade de escolha na Editora Abril em novembro de 2013?
Os fatos provam que esse misticismo coercitivo é anti-vida, como explicava a filósofa Ayn Rand. 

Quatro milhões de eleitores libertários embaralharam os votos eleitorais de 13 estados em 2016, derrotando o neofascismo conservador dos republicanos no voto popular e o neocomunismo saqueador do partido democrático no colégio eleitoral. As leis coercitivas que confundem diversão com crime caem feito viadutos e a nova geração prefere folhas de planta e psicodélicos. Caem os índices de cirrose fatal começando com a onda de descriminalização e revogação do repressionismo supersticioso a partir do pleito de 2016.  Quer prova mais evidente, cabal e conclusiva de que mandar meganha ameaçar a matar as pessoas que não agridem ninguém aumenta a taxa de mortalidade? 

*-*-*

Produto: Para ninguém achar que aqui há propaganda ou discurso anti-cervejaria, confesso desde já que a cerveja Petra é a mais agradável e saborosa da qual tive a sorte de degustar. Meu pai ajudou a popularizar a marca Skol no Lord Jim Pub, e considero a Heineken made in Brasil tão deliciosa quanto a original holandesa. A cachaça brasileira é o único destilado que compro, apesar de levar quase um ano para terminar uma garrafa. O proibicionismo agressivo e compulsório empobrece e mata mesmo quando se trata de coisa que, na minha opinião, faz mal. Mas ao descartar opiniões e concentrar nos fatos, salta aos olhos que existe nítida diferença entre mal e desastroso. 



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sexta-feira, 8 de setembro de 2023

Curas naturais liberalizadas

 

Psicologo descobriu que cogumelos curam o alcoolismo (link)

O estado de Califórnia acaba de legislar a liberalização dos cogumelos que Timothy Leary usava para curar problemas psicológicos que resultavam em embriaguez e outros efeitos de exagerado consumo de álcool. Veremos se o governador - que os eleitores já tentaram despedir em pleito especial - irá assinar a proposta. (link) Dois eventos pesam nesse rapprochment à liberdade por parte dos dois partidos saqueadores. 

Em 2007 veiculei a teoria de que os votos dados aos pequenos partidos, e não às facções da Cleptocracia, tanto complicam a compra de eleições que os animus furandi revogam leis nocivas e até mudam as propostas do partido para atender às demandas. (link) e áudio (link) Em 2008 a Califórnia primou pelo confisco de casas nas quais se cultivavam erva. 

Foi tamanha a taxa de confiscos que os derivativos lastreados em títulos hipotecários perderam base. O Crash de 2008 resultou disso, mas é claro que os políticos disfarçam o fato. Agora os mesmos compradores de votos ou largam mão da coação ou arriscam a entrada de libertários eleitos nos seus salões. (link) O Flash Crash de 2015 ocorreu no mesmo momento em que os meganhas federais divulgaram seus planos para bedelhar em todo canto de cada economia no mundo inteiro. As bolsas vazaram feito bexiga furada.


Lembra disso? Apareceu no mesmo dia do Flash Crash!

Daí o peso alavancado dos votos de sangria do Partido Libertário. Os democratas sentiram isso na carne quando os 4 milhões de votos no pleito nacional embaralharam os resultados em 13 estados portadores de uns 127 votos eleitorais em 2016. Desde então a Hillary não fala mais em balear ou sentar lenha nos jovens por causa de bagulho. Todo aquele império tabagista e etílico que, em defesa própria contra os fanáticos da lei seca, as corporações ergueram, agora desmorona, pois não conseguem mais comprar os votos que antes coagiam possíveis concorrentes. Partido ladrão só aprende apanhando.

*-*-*

Leitura: Achei no Sebo Capricho a versão de Overload, de Arthur Hailey. (link)
Na tradução o título é Colapso, e remete aos derradeiros capítulos de A Revolta de Átlas. A energia elétrica que dinamiza o mundo industrial obteve sua descrição nas equações de Maxwell. E quando foi isso? Ocorreu em 1865, quando os soldados dos industriais protecionistas do norte dos EUA trocaram tiros de canhão e fuzil com os latifundiários escravagistas do sul do país. Surgiram os energy slaves do R. Buckminster Fuller.  Hoje sobram crianças imbecilizadas pela propaganda, incapazes de responder: O que é um ampère? Qual é a definição de energia? Gritam pela proibição da energia elétrica e a volta do escravagismo substituido pelos tratores e máquinas elétricas. A tradução não é má. Esse livro não cura burrice, mas piorar, não piora.



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