sábado, 31 de janeiro de 2026

Mulheres e crianças como reféns de guerra

 

Romance barato de 1911,  após a 1ª Convenção de Haia, antes da Lei de Harrison, da Primeira Guerra Mundial, do Tratado de Versalhes e do King Kong. "Nas garras do Escravagista de Brancas"

DO GABINETE DO HISTORIADOR DO GOVERNO (link)

Tráfico de mulheres e crianças, armênios: Muitos foram assassinados por curdos selvagens, contra os quais os soldados turcos não ofereceram proteção. Meninas de nove ou dez anos foram vendidas a bandidos curdos por algumas piastras, e mulheres foram violentadas indiscriminadamente. Em Sivas, foi relatado o caso de uma professora da Faculdade de Magistério de Sivas, uma jovem armênia gentil e refinada, que falava inglês, conhecia música, atraente pelos padrões de qualquer país, que foi forçada a se casar com o Beg de uma aldeia curda vizinha, um rufião sujo e esfarrapado três vezes mais velho que ela, com quem ela ainda tem que viver e de quem teve um filho. No orfanato mantido sob os auspícios da American Relief, havia 150 “noivas”, sendo meninas, muitas delas de tenra idade, que viviam como esposas em lares muçulmanos e foram resgatadas. Das refugiadas entre cerca de 75 mil repatriadas da Síria e da Mesopotâmia, fomos informados em Aleppo que 40% estão infectadas com doenças venéreas devido às vidas que foram forçadas a levar. As mulheres desta raça estavam livres dessas doenças antes da deportação. Mutilacões, violações, torturas e mortes deixaram suas memórias assombrosas em centenas de belos vales armênios; e o viajante nessa região raramente fica livre das evidências desse crime colossal de todos os tempos. No entanto, qualquer menina ou mulher armênia poderia ter se livrado de tudo isso renunciando à sua religião e se convertendo ao islamismo. Certamente nenhuma fé jamais foi submetida a um teste tão difícil ou foi valorizada a um custo tão alto. (Agradecimento ao tradutor - DeepL.com pela ajuda)

Então, quando foi que essas histórias foram lavradas e vendidas? Cá está um gráfico do Google Ngram. O intervalo é desde o boicote da China Qing às exportações dos EUA em 1905 para recrutar o Tio Sam como Comissário Pan-Asiático de Narcóticos até a assinatura do Tratado de Versalhes, que consolidou o proibicionismo asiático-americano em todo o planeta por meio de seu Artigo 23 e ainda do quase idêntico Artigo 23 da Carta da Sociedade das Nações, a saber: 

c) encarregam a Sociedade da fiscalização geral dos acordos relativos ao tráfico das mulheres e crianças e ao tráfico do ópio e de outras drogas nocivas; (link)

Frequência da expressão escravagismo das brancas nas compilações de jornais e outros meios no referido intervalo 

Em 1911, a Rússia cristã invadiu a Pérsia para destituir um banqueiro americano que o governo persa havia contratado como tesoureiro, a fim de obter solvência para o bizantino país exportador de ópio. Uma dessas medidas foi a tributação alfandegária do ópio. Quatro meses depois, a própria dinastia Qing, arruinada pelo seu próprio proibicionismo, foi derrubada e fragmentada numa sangrenta guerra civil, sobremaneira como resultado de sua desastrosa maneira de lidar com a fraqueza da população por flores viciantes. A decapitação, costume local popular, garantiu que nenhum ópio—que dirá morfina europeia ou outros opiáceos—pudesse desembarcar nos portos chineses. A maior parte do ópio usado para estes era cultivado nos Estados balcânicos, que se estendiam a oeste da Grécia até o Adriático e ao norte até a Áustria-Hungria e a Suíça. Maior volume vinha dos Estados otomanos da Turquia, passando pela Armênia, Pérsia, até o Afeganistão. Essas populações, de repente—de outubro de 1911 ao inverno de 1912—viram suas exportações de drogas bloqueadas e eclodiram as guerras dos Balcãs, tão misteriosas e surpreendentes para os historiadores do Departamento de Estado dos Estados Unidos.

No meio disso, agentes chineses e americanos pressionavam a Haia a elaborar planos para tornar esse proibicionismo permanente e global, cobrado de toda forma, desde as pistolas de policiais até artilharia e baionetas. Essa é a história que já vou desdobrar como pano de fundo para as guerras e atrocidades que prenunciaram a Grande Guerra, pela qual passou um cabo católico austríaco, Adolf Hitler, antes que o Tratado de Versalhes e a Liga das Nações transformassem a proibição do comércio e da produção em indústria bélica multinacional. Até hoje, tecedores de contos de fadas governamentais como Donald J Mabry, Janos Radvanyi, Douglas Clark Kinder, Richard B Craig, Bruce Michael Bagley, Rensselauer W. Lee III, Raphael Perl, Samuel I del Villar, José Luis Reyna e Gregory F. Treverton se reúnem para justificar a invasão armada das democracias sul-americanas. Nesse intuito, exploram a brutalidade cometida contra mulheres e crianças nessa região economicamente atrasada e supersticiosa como pretexto para lançar mão da força letal. Seu livro de propaganda, recentemente abordado nestas páginas, é cinicamente dedicado 

Às crianças do mundo

Um bom software: o gerador Ngram do Google é a ferramenta pela qual rezei durante anos.(link) Com ele, qualquer um pode acompanhar visualmente como o pânico moral foi semeado e disseminado por toda a mídia para criar falsas pistas, golpes, manobras engenhosas, campanhas de marketing e as mentiras mais chocantes que se possa imaginar como instrumentos de desinformação. Veja aqui um gráfico que você pode fazer daquela “boa” droga tabagista que as empresas americanas exportam até hoje para os países cujas folhas nativas elas erradicam com venenos, helicópteros, infiltrados, forças de ocupação, bombardeios aéreos, chantagem  e suborno. Esses fatos são visualizáveis graças aos orçamentos de propaganda esbanjados no intervalo entre a chamada Revolta Boxer e a resultante eleição do nacional-socialismo cristão de Hitler pela dominação totalitária da Alemanha e, depois, da Europa. 




Instruções em português para preencher o formulário de asilo i589, um dólar no formato Kindle que você lê no celular (link



 Quer saber a causa do Crash de 1929 e da Depressão da década de 1930? Leia.

ALeiSeca0619

Para melhorar o seu inglês, nada como a minha polêmica tradução de O Presidente Negro (O Choque das Raças) de Monteiro Lobato: America's Black President 2228. Na Amazon (link)

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