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O cristianismo de Hitler revelado em seus discursos e proclamações
Compilado por Jim Walker
Data de origem: 27 de fevereiro de 1997
Acréscimos: 3 de junho de 2006
Mediante subterfúgios e ocultação, muitos líderes eclesiásticos e cristãos fiéis da atualidade camuflaram o cristianismo de Adolf Hitler. Tentaram lacrá-lo como ateu, adepto de cultos pagãos ou falso cristão. No entanto, desde a formação inicial do Partido Nazista e ao longo de todo o período de conquista e expansão, Hitler manifestou seu apoio ao cristianismo perante a população e os soldados alemães. Na década de 1920, o Partido dos Trabalhadores Alemães de Hitler (denominação anterior à nazista) adotou um "Programa" de vinte e cinco pontos (a versão nazista de uma constituição). No vigésimo quarto ponto, a intenção do grupo demonstra claramente, desde o início, sua posição a favor de um cristianismo "positivo":
24. O Partido assim defende um cristianismo positivo, sem todavia se ligar a uma denominação específica. Combate ao espírito judaico-materialista no país e no exterior e acredita piamente que a restauração duradoura do nosso povo não poderá acontecer senão começando internamente partindo do princípio: ANTES O BEM COMUM QUE O BEM INDIVIDUAL.
Os discursos e as proclamações de Hitler revelam com mais mais clareza a sua fé e seus sentimentos em relação a uma Alemanha cristianizada. O nazismo representa um vexame para o cristianismo e exemplifica o perigo da fé. As seguintes palavras de Hitler evidenciam seu desprezo pelo ateísmo e pelos cultos pagãos, e ainda revelam a força de seus sentimentos cristãos:
