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quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Fim da Crise Americana--1923



Nullification saved the economy!
A lei seca foi menosprezada em 1921-22 assim como as leis anti-cânhamo foram revogadas após o Crash do Bush em 2008
Os mercados de ações começaram a cair em 1916 apesar dos lucros da guerra, porque os investidores temiam a chegada da Lei Seca nacional. Os Estados proibicionistas nunca foram faróis de sucesso econômico - aliás justamente o contrário. O Crash começou com a lei de Volstead na noite de 16 de janeiro de 1920 e a crise financeira não demorou. Só que, dois anos depois, uma recuperação rápida se fez sentir, devido sobretudo (link) à anulação mediante menosprezo popular. (link)
O recorte do jornal de 1923 revela que cidadãos de todas as classes estavam produzindo cerveja e uísque, ou trabalhando como seguranças armados nos caminhões carregados de bebida, encarando até agentes federais. Alambiques de todos os tamanhos pipocam pelo país e seus operadores não manifestam temor à lei, que dirá dos volantes "esponja" encarregados de cobrar a lei seca, pois ninguém é condenado a pena de reclusão. O reveillôn de Chicago de 1923 mais parecia um carnaval regado a bebida, apesar de ali existir uma grande esquadra de agentes federais encarregados de cobrar cumprimento da lei seca nacional. Bons tempos aqueles. 
Slammer, no second amendment, no suffrage!
Penas de reclusão substituíram as suaves multas "em oferta". (link)
Isso mudou radicalmente depois que o Ku-Klux Klã, fanaticamente seco, abandonou o partido Democrata quando o "Whiskey Al" Smith, católico, concorreu à presidência em 1928. Naquela época, o dia da posse era 4 de março e, em 2 de março de 1929, o congresso ainda em exercício conseguiu que o presidente Coolidge assinasse a lei Five & Ten de Jones que fazia da cerveja um crime federal com até 5 anos de reclusão e mais de meio milhão de dólares em multas aos preços atuais do ouro. Com humor americano típico, os jornais de Illinois, que antes agouravam a iminente autocracia seca, logo anunciavam café Autocrata (nada irlandês).(link)

Com a posse do Herbert Hoover, o fanático do altruísmo à mão armada que derrotou o velho malandro pinguço Al Smith em 1928, a crise do ano 1929 já se mostrava inevitável. Como evitar isso no futuro? 

Basta ter partido libertário e votar nele



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Na Amazon:  A Lei Seca e o Crash. Todo brasileiro entende rapidinho o mecanismo desta crise financeira de 1929. Com isso dá para entender as de 1893, 1907, 1987, 2008 e os Flash Crashes de 2010 e 2015. (link)

Blog americano...






terça-feira, 17 de setembro de 2019

Programa Libertário de 1972--fascículo 4º

Cada um dos 50 estados tem Partido Libertário

Programa Libertário de 1972, continuação...


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Proteção da privacidade
A vigilância eletrônica e secreta dos cidadãos por parte do governo deve restringir-se às atividades passíveis de legitimação prévia, sob padrões nitidamente definidos de autoria e prova de materialidade do crime, e risco imediato e grave a outros cidadãos. O Censo Nacional e outras compilações governamentais de dados sobre cidadãos devem ser realizados de forma livre e voluntária.
O direito de manter e portar armas
Cientes do fato de que é o próprio indivíduo que, enfim, garante a sua legítima defesa, os autores da Constituição garantiram, na Segunda Emenda, o direito do povo de manter e portar armas. Esse raciocínio permanece válido hoje. Prometemos manter essa garantia. Somos contra o registro obrigatório de armas.
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Nem mesmo os libertários se preocupam muito com o censo como ameaça invasiva. A seção 9 da Constituição depende do censo para limitar a imposição de impostos. É o significado da 4ª alínea: 4. Não será lançada capitação ou outra forma de imposto direto, a não ser na proporção do recenseamento da população segundo as regras anteriormente estabelecidas. Aliás, na 1ª alínea, pessoas é eufemismo para escravos. Na formação de Sociedade Limitada das colônias, que ocorreu antes da Declaração da Independência, a escravidão e importação de escravos de toda e qualquer monarquia foi proibida. Mas no sistema mercantilista europeu, os sulistas eram colônia; só os proprietários de terras votavam, e daí a preservação da instituição peculiar até 1808. No documento anterior à Constituição, os Artigos de Confederação, os latifundiários eram feitores coloniais confortáveis dentro da república.
As armas do governador inglês foram agarrados pelo patriota Patrick Henry (liberdade ou morte). Esse governador, Lorde Dunmore retaliou oferecendo liberar o escravo que empunhasse armas em defesa do Rei contra as colônias revoltosas. Esse ato, que ocorreu antes mesmo da Declaração da Independência, serviu de propaganda real contra a revolução, sendo ainda reciclada pelo Presidente Lincoln como proposta para encerrar a Guerra da secessão. 

Só uma cidadania livre e armada pode ter certeza de que jamais será escravizada. Antes da Guerra da Secessão o que mais assustava escravagista era escravo fugido e armado. Não é difícil entender que quem tem peso na consciência, tem medo dos concidadãos. 
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Próximo fascículo, Exército voluntário e Direitos e Propriedade...


Saibam como mesmo essa curta Constituição, quando viciada pela infiltração dos intelectuais das correntes saqueadora e obscurantista, destruiu a economia até ser corrigida. A Lei Seca e O Crash explica passo por passo como a bolsa murchou e a depressão tomou o lugar da prosperidade. Compre baratinho no Amazon e leia em formato Kindle até no celular.




 



sexta-feira, 5 de julho de 2019

Novilíngua da migra

...o direito do povo de possuir e usar armas não poderá ser impedido.

A proliferação instigada pela gerontocracia americana de ditaduras medievais, retrógradas, supersticiosas e nazifascistas por toda a América Latina teve o mesmo efeito provocado pela prática quase idêntica por parte do Terceiro Reich nacionalsocialista e da União Soviética internacional-socialista. 

A diferença é que lá as fronteiras movediças engolfavam os países vizinhos e colônias conquistadas. Mas o resultado--enxames de fugitivos daqueles paradisíacas repúblicas populares trabalhistas--tem sido o mesmo.

Na Rússia um judeu liberal zerou um apparatchik coercitivo daquela monarquia e o pogrom cristão que resultou provocou a fuga de judeus há mais de um século. Os EUA recebiam com avidez esses refugiados em Nova Iorque e Galveston, no Texas. Novas ondas emigrantes resultaram das variantes comuno-fascistas das ditaduras socialistas, e novamente os americanos acolhiam a nata educada, dispensando a plebe ignara.

Hoje a religião socialista só acha adeptos em grandes números na Europa, África, Ásia, e aqueles marcham por terra como gafanhotos ou formigas cortadeiras rumo à fronteira dos EUA. Os coletivistas do altruísmo farejam sustento justamente no país cuja constituição de menos de 5 mil palavras (contando inclusive as assinaturas), até hoje se espraia em menos de 8 mil palavras, mesmo com as 27 emendas. As primeiras dez emendas proíbem o governo de interferir com a imprensa ou com o porte de armas, arrombar portas sem mandado, confiscar papéis, torturar confissões, transformar seu lar em casa-da-sogra de soldados, confiscar bens sem pagamento a preço justo, etc.

Essas garantias constitucionais vêm sendo erodidas pelas enchentes de miseráveis socialistas que se depositam nas praias. Feito nadador que, mesmo afogando, se recusa a largar da bigorna, esses retirantes do altruísmo continuam agarrados como piolho às superstições e crendices que o Velho Mundo ainda chama de filosofia, deontologia, política, direito[!]

No resto das Américas (tirando o Canadá) grossos arremedos de Mein Kampf e Das Kapital fazem as vezes de Carta Magna, copiando as monarquias, os portes místicos, impérios assassinos, juntas militares, satrapias e cabalas do Velho Mundo. Empossam caudilhos devotos da eucaristia da agressão para atender o altruísmo sacrificial predominante. Ninguém lê essas constituições. Contam os zeros a mais no papel-moeda para acompanhar a sua evolução inflacionária e votam com os pés a favor do livre comércio, egoísmo e partidos libertários ausentes das campanhas subsidiadas e obrigatórias.

Resultou novo vocabulário na língua americana para lidar com esses enxames de refugiados das Repúblicas Populares. Vocábulos para estrangeiros não fiscalizados ou irregulares, tais como illegal alien se reformulam em illegal invader, border infiltrator, undocumented immigrant e afins, sendo que os neologismos escolhidos identificam as tribos políticas (em todo caso 96% fascistas e socialistas) que os utilizam.

Altruísmo, como base da auto-decepção--a raiz de todos os males--é o que conseguimos minimizar nos EUA. O resto do mundo odeia lucro, dinheiro, ganância, e tem o desplante de manifestar surpresa ao se ver imerso em prejuízo, pobreza, parasitismo, coação e agressão.

Os partidos políticos antigos e parasitários percebem e se aproveitam dessa decepção. Oferecem coagir ou assaltar a quem o seu pastor manda odiar, e presentear com bens alheios aqueles que te inspiram dó, ou aqueles motivados por simples cobiça parasitária e que odeiam cidadão armado, imprensa livre, substâncias lúdicas ou felicidade em qualquer que seja a sua manifestação. Aprenda como tudo isso afeta a economia de um país lendo A Lei Seca e o Crash, disponível na Amazon em formato Kindle que funciona até no celular.

domingo, 2 de junho de 2019

Tara Smith, PhD e livre expressão

Tara Smith foi minha professora de ética na faculdade. A discussão é toda em inglês. 


Paralelamente, toda criança americana sabe que "sticks and stones may break my bones, but words can never hurt me." Outro aspecto relevante e útil da conceituação americana é a da tomada de ofensa. Ofensa é assim, quem procura, acha. Muito diferente disso é o respeito. 

O respeito é uma manifestação alheia, a qual a pessoa só consegue granjeando, fazendo jus, merecendo em contrapartida das virtudes que exerce. Ninguém nesse mundo lhe deve respeito, amor ou dinheiro. Realizar assaltos para cobrar respeito ou dinheiro alheio é uma maneira excelente de convidar as pessoas a comemorar a sua extinção. Esse é outro defeito inerente ao altruísmo.

Suponhamos que um pedreiro chinês grite alguma coisa lá do segundo andar da obra. Você, na calçada chinesa do outro lado do tapume nada entendeu. Foi advertência? Elogio? Ofensa? 

Otário é quem busca ofensa. Basta alguém sussurrar que "Fulano xingou a tua mãe!" É o convite para bobo se fazer de besta--e se fazer de morto no sentido literal. Todo fanático religioso sofre disso. Basta insinuar que alguém faltou com salamaleques a uma estátua ou efígie que o trouxa se mete a agredir com violência. 

O que surpreende é que os fanáticos ainda ficam surpresos que as pessoas não reagem à agressão injuriada com respeito ou admiração, e sim com cadeira elétrica, forca ou bombardeio. 

Moral da estória: entenda da ética, e se não entender o recado, procure um tradutor. 




Facilitando a compreensão; também em inglês.