Friday, May 18, 2018

Cristianos y moros



Nas ilhas espanholas do caribe, arroz com feijão é chamado de congrí ou cristianos y moros.
Cristãos ingleses usavam blackamoor para descrever os saracenos na época da tradução do Richard Burton das sanguinolentas Mil e Uma Noites. É até provável que os saracenos chamariam os cristãos de diabos brancos ou algo parecido. Ambas as seitas surgem do misticismo que por volta do ano 150 inventou um profeta póstumo assassinado uns 117 anos antes e resuscitado para de sumir do mapa. 

As duas seitas fazem declarações que contradizem as mensurações da física e exigem que o ouvinte acredite nelas... sob pena de tortura eterna depois de morto. Quando invadiam as Filipinas, os americanos fingiram que moros eram uma tribo autóctone e não representantes do outro Profeta de Deus.


Ambas se dizem da paz mas do lado cristiano temos os governos de Franco, Mussolini, Hitler, Ceaucesco e Nixon e do outro Kadaffi, Koumeni, e Estado Islâmico. Todos esses concordam que lançãr mão da agressão, da coação, é boa coisa, sobretudo se fingir que é por motivos altruístas. Charmosos, não?

Só que as duas seitas se odeiam, e para esse tipo de amor fraterno os irlandeses fazem poeminhas: 

There were once two cats of Kilkenny,Each thought there was one cat too many;So they fought and they fit,And they scratched and they bit,Till, excepting their nailsAnd the tips of their tails,Instead of two cats, there weren't any.

Assim, a expressão Kilkenny Cats entrou no vernáculo como descritor de antagonistas que se odeiam ou lutadores sem trégua. 

Necessitando de traduções jurídicas litigiosas, pense nas traduções orwellianas da Speakwrite.
Tenho outro blog em inglês...


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